Categorias
Carreira Planejador Financeiro Uncategorized

Como a Planejadora Cibele conquistou mais clientes

Estudo de caso: Como a Planejadora Cibele conquistou mais clientes após a formação da APF

Posts Recentes

Como a Academia GFAI pode ajudar em sua carreira de Planejador Financeiro?

Somos o centro de excelência em aprendizado e networking para Planejadores Financeiros Independentes.

Nós acreditamos que a carreira bem sucedida do Planejador Financeiro é pautada em 3 pilares: Técnico, Comportamental e Empreendedor. Com base nestes pilares, criamos a Academia de Planejamento Financeiro, que tem como objetivo transformar o propósito profissional em uma carreira rentável e sustentável.

A Academia de Planejamento Financeiro procurou alguns dos mais de 1000 alunos formados como Planejadores Financeiros Independentes para servir de estudo de caso da trajetória de atuação desses profissionais antes e depois da formação na Academia.

O caso que vamos apresentar neste estudo é da Planejadora Financeira Cibele Gomes de Oliveira, 42 anos, com formação acadêmica na área de Tecnologia da Informação, pós graduada em Gestão de Negócios em Serviços. 

Ela tomou a decisão de migrar de carreira quando se formou como Life Coach, Educadora Financeira DSOP e após finalizar a formação na Academia de Planejamento Financeiro GFAI. 

– O que te motivou a se tornar uma Planejadora Financeira?

A motivação para me tornar planejadora financeira foi de potencializar meus conhecimentos, aprender a metodologia para ajudar as pessoas a se organizarem  financeiramente de uma forma estruturada.

– Como era sua atuação antes da Academia de Planejamento Financeiro (APF) GFAI?

Antes da formação na Academia, eu realizava processos de Coaching voltados para questões financeiras, alguns coachees buscavam transição de carreira, mas não tinham reserva para investir no preparo dessa nova área, ou seja coachees queriam mudar mas não investem para que essa mudança acontecesse através de um planejamento.

– Como você conheceu a APF?

Conheci a Academia através de uma busca no Google, acessei o site, assisti quase todos os vídeos e também depoimentos dos alunos que já tinham se formado. Fiz contato com alguns alunos através de redes sociais e tomei coragem para fazer a inscrição no site.

Em seguida entraram em contato comigo, pra entender o que eu estava buscando, se o curso fazia sentido pra mim e recebi a aprovação para fazer parte da turma.

Alguns dias depois recebi um convite por e-mail para palestra da Rebeca Toyama com o Caco Santos sobre comportamento x finanças pessoais e me encantei mais ainda pelo lugar, pelas pessoas, pelo ambiente e percebi que valia a pena ingressar na Academia.

– Quais dificuldades você encontrou para seguir na carreira de Planejadora Financeira antes de fazer a formação da APF?

As dificuldades que eu tinha antes da Academia, era relacionada a falta de clareza da minha prestação de serviços, porque a princípio eu queria ajudar as pessoas com o coaching e o destino foi me mostrando outros caminhos, metodologia, processo, ferramenta, agenda, estrutura física, mentoria e parceiros para troca de experiências.

– Por que você decidiu fazer a formação da APF?

Decidi fazer APF porque senti que era uma oportunidade de capacitar o que adoro fazer, através dos 3 pilares, Metodologia, Comportamental e Empreendedorismo.

– A metodologia de ensino da APF foi satisfatória para você?

A metodologia foi super satisfatória porque expandiu o autoconhecimento, a forma de se conectar com os clientes e saber escolher a melhor maneira para colocá-la em prática.

– Os professores, como eles te auxiliaram nessa jornada?

Os professores auxiliaram de forma objetiva, direta e realista. Durante as aulas o que mais gostei foi a liberdade de expor todo tipo de dúvida tendo retorno claro deles e a troca de experiências deles em diversas situações. Todo momento somos observados e isso gera uma mútua atenção e comprometimento.

– Quais os pontos fortes que você destacaria na Formação da APF?

Os pontos fortes que eu destacaria seria as imersões no intervalo de cada pilar, com banca avaliadora, a participação de outros planejadores profissionais e diretores, networking, a dinâmica e riqueza de conhecimentos, material de conteúdo (vídeos, palestras), os livros indicados de leitura.

– Como está sua carreira de Planejadora Financeira hoje?

Minha carreira de Planejadora Financeira Pessoal está prosperando, em quatro meses atendi mais de 40 pessoas e tenho uma carteira de 11 clientes. Todos os dias aprendo alguma coisa diferente. O desafio é respeitar cada etapa, ter determinação, foco, administração do tempo, acreditar na lei da atração e controlar a ansiedade.

– Você acredita que alcançou o objetivo traçado com a formação? Valeu a pena o investimento de tempo e dinheiro?

Acredito que alcancei o objetivo da formação, mas o aprendizado é contínuo e precisa ser atualizado, o valor do investimento valeu a pena e recomendo.

– Que mensagem você deixaria para aqueles que pensam em seguir pelo mesmo caminho que você?

Seja determinado, focado em ajudar as pessoas com o seu melhor. O engajamento vai ser fundamental para seguir, no controle da ansiedade, administração do tempo e tendo em mente o propósito de ajudar a transformar vidas e disseminar o planejamento financeiro pessoal.

Tire suas dúvidas sobre a profissão falando conosco!

Janser Rojo, CFP®
Janser Rojo, CFP®

Atua como Planejador Financeiro Independente desde 2012. Fundador do portal de conteúdo QI Financeiro e sócio da GFAI. Atuação por mais de 6 anos em Tesouraria de banco internacional e MBA em Derivativos pela BM&FBovespa. Co-fundador da Academia GFAI

Categorias
Carreira Planejador Financeiro Uncategorized

As 5 etapas de transição para o modelo independente no mercado de Planejamento Financeiro

As 5 etapas de transição para o modelo independente no mercado de Planejamento Financeiro

Posts Recentes

Como a Academia GFAI pode ajudar em sua carreira de Planejador Financeiro?

Somos o centro de excelência em aprendizado e networking para Planejadores Financeiros Independentes.

Nós acreditamos que a carreira bem sucedida do Planejador Financeiro é pautada em 3 pilares: Técnico, Comportamental e Empreendedor. Com base nestes pilares, criamos a Academia de Planejamento Financeiro, que tem como objetivo transformar o propósito profissional em uma carreira rentável e sustentável.

Muitos profissionais olham para a carreira independente como uma alternativa ao trabalho dentro de uma instituição financeira, seja para transição, complementação de renda ou mesmo plano B em caso de demissão. 

 

Para quem nunca trabalhou neste modelo, porém, existem várias inseguranças na busca pela autonomia: como conseguir clientes, qual o retorno financeiro ou ainda o momento de grandes incertezas na economia. 

 

Por já ter feito essa transição em 2011, posso afirmar: NÃO ME ARREPENDO! 

 

De qualquer forma, teria sim feito várias coisas diferentes. O intuito desse artigo é explicar a forma como eu teria feito essa transição com a cabeça e experiência que tenho hoje e, pra facilitar, dividi em 5 passos que seguiria na construção deste plano. Vamos a eles: 

 

1. Quem você quer ser? 

Existem muitas possibilidades de atuação para seguir uma carreira autônoma com foco nas finanças do cliente Pessoa Física: 

– Planejador Financeiro 

– Educador Financeiro 

– Coach Financeiro 

– Agente Autônomo de Investimentos 

– etc… 

 

Todas elas são profissões válidas, com formas de atuação e modelos de negócio diferentes. 

 

Qual delas representa melhor a atuação que você quer? Você sabe a diferença entre elas? 

 

Caso isso não esteja muito claro pra você, o 1º passo é uma boa pesquisa sobre cada uma para que consiga identificar onde seu perfil se encaixa melhor. Para ajudar, a continuação deste artigo falará bastante sobre o PLANEJADOR FINANCEIRO (que é o modelo onde atuo e mais faz sentido pra mim) e também já escrevi alguns artigos sobre a diferença com outros modelos como: Planejador Financeiro x Educador Financeiro e Planejador Financeiro x Agente Autônomo de Investimento (AAI)

 

Uma dica que posso deixar é: identifique seu propósito e veja qual é a profissão mais alinhada a ele. Cada vez mais, vemos grandes empreendedores de sucesso falando sobre como seguiram seu coração muito mais do que o consenso de mercado ou conselhos de amigos e familiares. 

 

As opiniões de fora levarão em consideração a atividade que já se provou dando certo para a maioria e, portanto, seria a mais recomendada em termos “estatísticos”. A verdade é que todas as profissões têm grandes chances de sucesso e fracasso. O que diferencia um caminho do outro é o empreendedor, que vai precisar de muita motivação para superar os obstáculos. É exatamente nessa parte que o propósito entra: MOTIVAÇÃO. No momento em que você não tiver mais chefe para falar o que fazer, é a motivação que o levará adiante. 

 

Eu comecei como Educador Financeiro, mas meu propósito estava muito mais voltado em me aprofundar nas particularidades de cada indivíduo ou família, que pudessem confiar no meu trabalho como um guia ou um “personal trainer das finanças”. Por isso, migrei meu modelo de negócio para o Planejamento Financeiro e aí sim minha história empreendedora começou a decolar.  

 

2. Quanto quer ganhar? 

Ninguém vive de amor à profissão. Inclusive, para ser uma profissão de longo prazo, ela precisa ser rentável e dar sustentação ao profissional para que consiga viver dela. Ainda mais como Planejadores Financeiros, sabemos da necessidade não só de manter as contas em dia, mas também investir o necessário para os projetos e longevidade. 

 

E aí vem a grande questão: qual é o seu número? Quanto quer ganhar nessa nova atividade profissional? 

 

Um parâmetro pode ser o salário que ganha no seu emprego CLT ou serviço público. Porém não espere que ganhar a mesma coisa em uma nova carreira será fácil e rápido, afinal: 

 

– Quanto tempo estudou para ganhar o que ganha hoje? 

– Quantos anos de experiência para saber fazer bem o que faz? 

– Quantos “degraus” (promoções) teve que subir para chegar no atual patamar? 

 

É natural imaginar que no começo (como em qualquer nova profissão) tenha que dar alguns passos pra trás. Mas será que não vale a pena o “sacrifício” temporário para viver daquilo que gosta? Não vale a pena o esforço para manter sua saúde mental em ordem? 

 

Vale lembrar também que ter seu próprio negócio traz a possibilidade de ganhos bem maiores no longo prazo do que teria em qualquer emprego. Salário tem teto, lucro não. 

 

Perceba que tem mais coisas subjetivas para levar em consideração. Por isso, esse número é seu e somente você consegue definir a meta que quer alcançar. 

 

3. Entregável de valor 

Você consegue deixar mais tangível o que entrega para o cliente? 

 

Um desafio que enfrentamos na venda de serviço é fazer com que o cliente enxergue o valor naquilo que fazemos. Em um produto, é fácil entender porque ele deve ser pago: é algo palpável. O serviço não… 

 

Uma forma que os PROFISSIONAIS utilizam para se diferenciar dos amadores, que dão dicas e não cobram nada por isso, é ter uma METODOLOGIA. Algo que faça o cliente entender que o trabalho é algo bem estruturado. E o mais importante: tem um entregável de valor. No caso do Planejador Financeiro, por exemplo, um Plano Financeiro em forma de relatório se encaixa bem nessa demanda. 

 

Ter uma METODOLOGIA que gere um entregável de valor trará muito mais clareza para o cliente sobre a necessidade de pagar pelo seu serviço. E não só para o cliente! Para você também, ter orgulho do seu entregável fará com que se valorize muito mais e confie no preço que cobra. 

4. Modelo de Negócio 

O próximo passo é fazer disso um negócio preparado não só para atender “meia dúzia” de clientes, mas sim que seja sustentável no longo prazo e possa impactar centenas ou milhares de famílias. 

 

São diversas variáveis que precisam ser decididas e equilibradas para que o negócio pare em pé. Caso queira entrar em mais detalhes sobre quais são estas variáveis, temos este eBook para download: As 10 variáveis determinantes para um Modelo de Negócio rentável e sustentável do Planejador Financeiro Independente  

 

A primeira variável que precisa verificar é: quem paga pelo seu entregável de valor? Quem é seu público-alvo? Provavelmente e principalmente no início, irá impactar mais aqueles que estão sofrendo com problemas que você já resolveu na sua vida particular ou ajudou outras pessoas a resolverem. 

 

A partir dessa base, começa sua modelagem. Seu negócio será para atender muitos clientes ou será para uma base pequena (nicho bem específico)? Seu modelo prevê recorrência no atendimento? Precisará de ajuda no backoffice? Não existe certo ou errado, mas sim o que cada empreendedor quer para si. 

 

Tendo em vista todas estas informações, faça projeções realistas para verificar se o negócio realmente atenderá suas expectativas de ganhos conforme falamos no item 2. Se não, ainda na fase de projeto é fácil fazer os ajustes. 

 

 5. Diferenciais 

Tudo pronto para se lançar no mercado de forma independente? Agora é a hora de realmente testar se conhece seu negócio: quais são seus diferenciais? Por que alguém deveria te contratar? Se essa resposta não estiver clara para você, melhor voltar aos itens anteriores e rever seu modelo. 

 

No mercado independente, não existe mais uma grande marca que você represente e facilite sua venda (como acontece quando trabalhamos em uma grande empresa). Agora você é a sua marca! E os seus resultados falarão por si. 

 

Mas vale a pena tanto trabalho para construir uma carreira independente?  

 

O que faz mais sentido para você: trabalhar uma vida inteira em algo que não traz satisfação ou lutar para que todos os seus dias reflitam aquilo que você acredita? 

 

Além disso, quem chega primeiro bebe água limpa. O mercado de Planejamento Financeiro ainda é um Oceano Azul (referência ao livro “A Estratégia do Oceano Azul” de W. Chan Kim e Renée Mauborgne). 

 

Em um momento de tantas incertezas no mercado de trabalho, deveria ser obrigatório pensar em um plano B. Para quem ainda depende de um salário no final do mês, é importante ter consciência sobre a falsa segurança que isso traz. Muitos acabam aprendendo da pior maneira que seus empregos não são tão seguros quanto imaginavam. 

 

Que tal se preparar para não depender de uma única fonte, mas sim de uma rede de clientes que indicam seu trabalho? Essa sim é a real segurança de quem encara o desafio inicial e constrói uma base realmente sólida para sua carreira profissional

Tire suas dúvidas sobre a profissão falando conosco!

Janser Rojo, CFP®
Janser Rojo, CFP®

Atua como Planejador Financeiro Independente desde 2012. Fundador do portal de conteúdo QI Financeiro e sócio da GFAI. Atuação por mais de 6 anos em Tesouraria de banco internacional e MBA em Derivativos pela BM&FBovespa. Co-fundador da Academia GFAI

Categorias
Carreira Planejador Financeiro Uncategorized

5 LIVROS QUE VOCÊ DEVERIA LER

5 LIVROS QUE VOCÊ DEVERIA LER ANTES DE SE TORNAR UM PLANEJADOR FINANCEIRO

Posts Recentes

Como a Academia GFAI pode ajudar em sua carreira de Planejador Financeiro?

Somos o centro de excelência em aprendizado e networking para Planejadores Financeiros Independentes.

Nós acreditamos que a carreira bem sucedida do Planejador Financeiro é pautada em 3 pilares: Técnico, Comportamental e Empreendedor. Com base nestes pilares, criamos a Academia de Planejamento Financeiro, que tem como objetivo transformar o propósito profissional em uma carreira rentável e sustentável.

Como “nasce” um Planejador Financeiro? Após conhecer e conversar com tantos profissionais, é nítido perceber que todos começam com uma curiosidade natural em querer saber como cuidar cada vez melhor do seu próprio Planejamento e para isso buscam materiais que os ajudem nesse caminho. 

Uma grande fonte de conhecimento, claro, são os livros! Listamos abaixo quais são estes clássicos que sempre aparecem na sua lista de leitura, mesmo antes de se darem conta de que estavam no rumo de uma nova carreira. Confira: 

Pai Rico Pai Pobre – Robert T. Kiyosaki 

Você provavelmente já ouviu falar deste livro – o autor Robert T. Kiyosaki narra sua história e a relação com o dinheiro através da visão do seu pai biológico, que era pobre, e a visão de seu mentor (pai rico), empresário e investidor, pai de um amigo de infância do autor, que acaba sendo seu mentor intelectual ao lhe oferecer um emprego informal nos fins de semana pelo qual os garotos quase nada recebiam monetariamente. 

Através das visões de mundos diferentes de ambos os mentores, o autor traça uma narrativa onde fica claro que os ricos não trabalham pelo dinheiro. Os ricos trabalham para aprender. O conceito de renda é dissociado do trabalho, pois a renda que importa não é a renda trabalhada, mas a renda passiva oriunda da obtenção de ativos. O objetivo de trabalhar deve estar relacionado a obter conhecimento para incorporação de ativos, mais do que esperar por um salário – que será útil na medida em que possibilita a geração de poupança para futuros investimentos. 

Os Segredos da mente milionária – T. Harv Eker 

Best seller conhecido mundialmente, este livro inclusive já mudou a vida de muitas pessoas. Mais uma vez parece que estamos falando de dinheiro, mas a história é outra. O livro aborda o pensamento sobre dinheiro como força motriz para a mudança de uma realidade. Segundo o autor, mesmo que uma pessoa tenha pleno conhecimento da sua área de atuação, ela só vai enriquecer se possuir um modelo pessoal de dinheiro programado para um alto nível de sucesso. 

Casais Inteligentes Enriquecem Juntos – Gustavo Cerbasi 

Esse best seller brasileiro indica que a maioria das brigas de casais estão relacionadas a dinheiro e dificuldades financeiras. A falta de clareza sobre os objetivos de cada um e do casal, além da falta de conversa sobre dinheiro desde o início do relacionamento, geram conflitos até mesmo em situações onde há sobra de recursos e não se sabe como aplicá-lo melhor. 

O livro orienta desde casais em início de namoro até relações mais maduras. 

Quem Pensa Enriquece – Napoleon Hill 

Resultado de 25 anos de estudo do escritor Napoleon Hill sobre os padrões principais que rondam a mente e o comportamento das pessoas de sucesso, este livro aborda uma série de fatores e formas de pensar que podem colocar o leitor mais próximo do seu próprio enriquecimento. 

O Homem Mais Rico da Babilônia – George S. Clason 

O autor George Clason nos leva até a antiga Babilônia, onde viviam os homens mais ricos daqueles tempos. Esse é um dos livros mais lidos por profissionais da área de Finanças Pessoais pois apresenta a relação do ser humano com o dinheiro e mostra como uma região que não possuía grandes recursos naturais, enriqueceu com conhecimento sobre como economizar e investir o dinheiro. 

O livro traz bons conselhos para quem deseja se tornar um Planejador Financeiro, como por exemplo: busque conhecimento antes de buscar lucro; faça o orçamento dos gastos e ainda poupe 10%; mantenha seus pagamentos sempre em dia; garanta sua renda para o futuro. 

Tire suas dúvidas sobre a profissão falando conosco!

Janser Rojo, CFP®
Janser Rojo, CFP®

Atua como Planejador Financeiro Independente desde 2012. Fundador do portal de conteúdo QI Financeiro e sócio da GFAI. Atuação por mais de 6 anos em Tesouraria de banco internacional e MBA em Derivativos pela BM&FBovespa. Co-fundador da Academia GFAI

Categorias
Carreira Planejador Financeiro Uncategorized

Planejador Financeiro ou Agente Autônomo? As 7 principais diferenças.

Planejador Financeiro ou Agente Autônomo?
As 7 principais diferenças.

Posts Recentes

Como a Academia GFAI pode ajudar em sua carreira de Planejador Financeiro?

Somos o centro de excelência em aprendizado e networking para Planejadores Financeiros Independentes.

Nós acreditamos que a carreira bem sucedida do Planejador Financeiro é pautada em 3 pilares: Técnico, Comportamental e Empreendedor. Com base nestes pilares, criamos a Academia de Planejamento Financeiro, que tem como objetivo transformar o propósito profissional em uma carreira rentável e sustentável.

Essa é uma pergunta muito comum para quem busca empreender na área de finanças pessoais! Existe um campo vasto de oportunidades e, com isso, muitas dúvidas podem surgir sobre como atuar e o que oferecer aos clientes. 

Separamos as principais diferenças entre estas duas profissões para que você possa escolher qual delas faz mais sentido para sua trajetória. 

 

PFP = Planejador Financeiro Pessoal 

AAI = Agente Autônomo de Investimentos 

 

Escopo do Trabalho 

PFP: O Planejador Financeiro Pessoal precisa alocar a maior parte do seu tempo para discutir a vida do cliente ou família em todos os seus aspectos: histórico com dinheiro, planos para o futuro, hábitos financeiros, relações familiares, diagnóstico atual, situações pontuais etc. Com toda esta base de informações, esse profissional consegue ter uma visão neutra de todo o “quebra-cabeça” para ajudar a montar as peças em torno de um plano financeiro. 

Como consequência deste plano, aí sim podem haver discussões específicas em áreas como investimentos, seguros, estruturas patrimoniais e assim por diante. 

Fazendo um paralelo com a área da saúde, o Planejador pode ser comparado a um Clínico Geral que aloca a maior parte do tempo para entender a situação e o diagnóstico, para somente no final falar de algum tratamento e acompanhamento necessários. 

AAI: O Agente Autônomo de Investimento, por outro lado, aloca a maior parte do seu tempo para estar bem informado sobre os melhores investimentos de sua “prateleira” e cenários macroeconômicos. Tudo isso para direcionar* ao seu cliente o que considera ideal em termos de rentabilidade, risco e liquidez. 

Também fazendo um paralelo com a área de saúde, o Agente Autônomo seria o farmacêutico que sabe tudo sobre os possíveis remédios e indica o melhor àquele cliente que o procura para dar sequência no tratamento indicado pelo médico. 

* O AAI sempre trabalha em conjunto com outros profissionais dentro de sua “plataforma” especializados em administração, gestão e análise de investimentos, por isso quando usamos o termo “indicar” ou “direcionar” investimentos estamos nos referindo ao trabalho em equipe destes profissionais. 

 

Remuneração 

PFP: O Planejador Financeiro Pessoal presta um serviço ao seu cliente e, por isso, é remunerado diretamente por ele. A cobrança pode variar por hora, por projeto, por período (mensalidade ou anuidade por exemplo), por reunião… Não existe um padrão e nem modelo ideal, já que a relação entre planejador e cliente pode ser determinada caso a caso. 

O Planejador também pode ser remunerado pela intermediação de negócios, já que sua atuação possibilita a indicação de parceiros para determinadas soluções. Ex: O Planejador identifica a necessidade específica de um planejamento tributário e indica um advogado especialista nessa área. Pode haver um acordo comercial entre os dois para uma remuneração por indicação. O importante é que isso seja tratado com extrema transparência para o cliente. 

AAI: A renda do Agente Autônomo é baseada na comissão pela intermediação dos investimentos. Dessa forma, a remuneração deste profissional depende da quantidade de clientes atendidos, dos valores investidos e das condições negociadas em termos de comissão a ser paga por transação pela corretora. 

A CVM estabelece que o AAI somente pode receber através destas comissões, portanto não pode haver qualquer outro tipo de remuneração. 

Por ganharem comissões, os agentes devem evitar ao máximo o conflito de interesses para indicarem os produtos mais adequados para o investidor e não aqueles que geram maior comissão sobre a venda. 

 

Público-alvo 

PFP: É mais fácil perguntar: “Quem NÃO é público-alvo para um Planejador Financeiro?”. Pelo caráter mais holístico do trabalho, não existe um perfil de cliente ideal para este profissional, afinal, todos que lidam com dinheiro deveriam ter o seu planejamento financeiro bem feito. 

Normalmente, o Planejador Financeiro se especializa em algum nicho para se diferenciar e também conseguir demonstrar melhor o seu valor naquele público, conseguindo assim um maior índice de sucesso e referências de novos clientes. Exemplos de nichos: por nível de patrimônio (endividados, em construção ou alto patrimônio), por atividade (médicos, advogados, empresários etc.), por localidade, por idade, por gênero… 

AAI: O Agente Autônomo foca em clientes que já tenham algum patrimônio constituído e uma reserva financeira para investimentos. Obrigatoriamente, seu público-alvo precisa ter algum dinheiro para alocar em sua grade de produtos, não sendo interessante, por exemplo, clientes sem dinheiro para investir ou que prefiram manter todo o seu patrimônio em imóveis ou na empresa da família. 

 

Resultados esperados 

PFP: O resultado do trabalho de um Planejador é um plano financeiro bem feito, que leva em conta a situação atual, os objetivos e o perfil comportamental de seu cliente. 

Este plano é construído em conjunto para que haja engajamento por parte do cliente na implementação e pode conter diferentes tipos de soluções envolvendo especialistas em áreas específicas (ex: advogado, contador, agente autônomo de investimentos, corretor de seguros etc.). 

O trabalho não acaba no plano em si, já que o Planejador pode ajudar seu cliente na implementação e posterior acompanhamento nas mudanças naturais de vida. 

O plano financeiro é como um trilho e o Planejador ajuda seu cliente a se manter nele ou então desenhar rotas alternativas caso necessário. 

AAI: O resultado do trabalho de um Agente Autônomo de Investimentos é uma sugestão de portfólio de investimentos que leva em conta os objetivos de rentabilidade, liquidez e risco do investidor. 

O Agente Autônomo de Investimentos também deve manter um olhar atento sobre alterações no cenário macroeconômico, performance dos investimentos e objetivos do cliente para sugerir ajustes no portfólio quando necessário. 

Prospecção 

PFP: Por ser remunerado diretamente por suas horas de trabalho, o Planejador possui uma limitação natural do número de clientes que pode atender simultaneamente. Dessa forma, é ideal que o Planejador invista no relacionamento com seus atuais clientes e não tenha muitos pedidos de encerramento do trabalho de acompanhamento. 

O Planejador iniciante depende sim de um trabalho de prospecção, porém à medida que sua carteira cresce, o trabalho é mais voltado a manter os clientes satisfeitos e pagando pelo seu acompanhamento do que pela busca de novos clientes. 

AAI: Pela característica de vendedor de investimentos, o perfil do agente autônomo deve ser bastante comercial, sempre na busca de novos clientes e novos patrimônios disponíveis para investir através de sua “plataforma”. 

 

Regulamentação e custos 

PFP: A profissão de Planejador Financeiro Pessoal não é regulamentada e, portanto, não há regras preestabelecidas que precisam ser seguidas. Há um esforço da Associação Brasileira de Planejadores Financeiros, a PLANEJAR, para criar um padrão de excelência nesta profissão. 

Mais informações em: 

http://www.planejar.org.br/ 

AAI: A profissão de Agente Autônomo de Investimentos é regulamentada pela instrução CVM 497 e, por isso, deve seguir todas as regras estabelecidas nela. 

Para atuar como AAI é necessário passar no Exame de Certificação e pagar a Taxa de Fiscalização trimestralmente (para pessoa natural, o valor se encontra em R$ 634,63 por trimestre). 

Mais informações em: 

http://www.cvm.gov.br/menu/regulados/agentes_autonomos/sobre.html 

 

Concorrência 

PFP: Pelo desconhecimento da população sobre este profissional, muitas vezes o trabalho de um Planejador Financeiro é confundido com o trabalho de um gerente de relacionamento do banco, de um consultor de investimentos ou até de um corretor de seguros. Estas, porém, não são comparações válidas, já que o trabalho de um Planejador é muito mais amplo e abrangente (como visto no parágrafo sobre “escopo do trabalho”). Estes especialistas, inclusive, podem trabalhar em parceria com o Planejador Financeiro na busca pelas melhores soluções ao cliente, tendo as necessidades sido apontadas pelo plano financeiro traçado. 

O maior obstáculo enfrentado atualmente pelo Planejador, portanto, não é a concorrência em si, mas o desconhecimento da população sobre este profissional. 

AAI: Por se tratar de um profissional que trabalha na linha de frente para investimentos, nesta área sim existem múltiplas alternativas já existentes ao cliente. 

O Agente Autônomo fica restrito à sua “plataforma” de produtos e concorrerá diretamente com outras “plataformas” (ex: bancos e corretoras) que ofereçam produtos diferentes ou ainda os mesmos produtos com uma taxa mais atrativa. 

A digitalização dos bancos, as fintechs e os resultantes “robô advisors” também estão surgindo no sentido de aproximar o cliente diretamente aos produtos de investimento sem a necessidade de uma intervenção humana. 

Conclusões 

O Planejador Financeiro Pessoal atua em uma posição mais estratégica junto ao seu cliente, avaliando sua vida financeira de modo geral e também como o comportamento influencia suas escolhas e decisões, traçando um plano em conjunto para as diversas áreas que envolvem a sua vida financeira. 

O agente autônomo atua de forma mais pontual nas necessidades de investimentos do cliente, buscando produtos aderentes ao seu perfil de investidor e que o ajude a alcançar seus objetivos patrimoniais mais rapidamente. 

Na hora de fazer sua escolha profissional, é importante ter em mente qual é o tipo de solução que você quer oferecer aos seus futuros clientes e que se adequa melhor ao seu perfil. Somente assim você poderá tomar uma decisão consciente e direcionar seus esforços em ser o melhor naquilo que faz! 

Espero ter ajudado a elucidar as principais diferenças e desejo muito sucesso no caminho que escolher. 

Tire suas dúvidas sobre a profissão falando conosco!

Janser Rojo, CFP®
Janser Rojo, CFP®

Atua como Planejador Financeiro Independente desde 2012. Fundador do portal de conteúdo QI Financeiro e sócio da GFAI. Atuação por mais de 6 anos em Tesouraria de banco internacional e MBA em Derivativos pela BM&FBovespa. Co-fundador da Academia GFAI

Categorias
Carreira Planejador Financeiro Uncategorized

Estudo de Caso – Karina Scola Pescada

"O mercado de Planejamento Financeiro tem muito a crescer. É um trabalho diferenciado pois traz mudanças positivas para a vida das pessoas e a remuneração é a consequência de todo conhecimento entregue" Diz nossa aluna, Karina Scola.

Posts Recentes

Como a Academia GFAI pode ajudar em sua carreira de Planejador Financeiro?

Somos o centro de excelência em aprendizado e networking para Planejadores Financeiros Independentes.

Nós acreditamos que a carreira bem sucedida do Planejador Financeiro é pautada em 3 pilares: Técnico, Comportamental e Empreendedor. Com base nestes pilares, criamos a Academia de Planejamento Financeiro, que tem como objetivo transformar o propósito profissional em uma carreira rentável e sustentável.

Fizemos um estudo de caso com Karina Scola, uma excelente Planejadora Financeira que tivemos a honra de formar aqui na Academia GFAI.

Nome completo: Karina Scola Pescada

Cursos de Formação: 

  • Comissária de Bordo – Escola Salgado Filho/RS 2003
  • Graduação em Comércio Exterior – FATEC (Faculdade de Tecnologia Internacional) 2010
  • MBA em Administração e Negócios Internacionais – UNINTER (Centro Universitário Internacional) 2013
  • Planejamento Financeiro Pessoal GFAI 2018

O que te motivou a se tornar um Planejador Financeiro?

Buscava algo a mais para minha carreira, foi quando meu marido me convidou para ajudá-lo numa pequena empresa que ele criou ajudando amigos da aviação a investir melhor o seu dinheiro. Vi ali uma oportunidade, mergulhei de cabeça para buscar conhecimento na área e encontrei a APF que foi minha porta de entrada.

Como era sua atuação antes da Academia de Planejamento Financeiro (APF) GFAI?

Não conhecíamos o Planejamento Financeiro Pessoal. Meu marido focava mais na Gestão dos investimentos. Após a APF implementamos o planejamento financeiro na consultoria.

Como você conheceu a APF?

Pesquisando na internet.

Quais dificuldades você encontrou para seguir na carreira de Planejador Financeiro antes de fazer a formação da APF?

Eu sou uma exceção, pois não trabalhava na área. Mas posso dizer que pensando em ajudar meu marido na empresa eu não sabia por onde começar. Com a APF me senti mais segura e confiante para atender nossos clientes. 

Por que você decidiu fazer a formação da APF?

Pois queria aprender o planejamento financeiro na prática para oferecer aos nossos clientes algo a mais do que somente a Gestão dos Investimentos. 

A metodologia de ensino da APF foi satisfatória para você?

Sim, muito. Acredito que o curso é apenas a porta de entrada, pois o conhecimento continua através dos meetups, grupo de WhatsApp e o contato com todos os profissionais da área. Isso complementa o curso de forma riquíssima.


Os professores, como eles te auxiliaram nessa jornada?

Ajudaram e continuam ajudando oferecendo ferramentas que disponibilizam muita informação e conhecimento. 

Quais os pontos fortes que você destacaria na Formação da APF?

Vivenciar e praticar o planejamento financeiro. Entender na prática como tudo funciona e ainda entender como trabalhar com isso criando nosso plano de negócio. 

Como está sua carreira de Planejador Financeiro hoje?

Muito bem. Acredito que é só o começo de uma linda jornada para disseminar cada vez mais o planejamento financeiro na vida das pessoas.

Você acredita que alcançou o objetivo traçado com a formação? Valeu a pena o investimento de tempo e dinheiro? 

Valeu muito. Faria novamente. 

Que mensagem você deixaria para aqueles que pensam em seguir pelo mesmo caminho que você?

Acredito que este mercado tem muito a crescer. É um trabalho diferenciado pois realmente traz mudanças positivas para a vida das pessoas e a remuneração é a consequência de todo conhecimento entregue. 

Janser Rojo, CFP®
Janser Rojo, CFP®

Atua como Planejador Financeiro Independente desde 2012. Fundador do portal de conteúdo QI Financeiro e sócio da GFAI. Atuação por mais de 6 anos em Tesouraria de banco internacional e MBA em Derivativos pela BM&FBovespa. Co-fundador da Academia GFAI

Categorias
Carreira Planejador Financeiro Uncategorized

Uma das profissões que mais cresce no Brasil!

Uma das profissões que mais cresce no Brasil!

Posts Recentes

Como a Academia GFAI pode ajudar em sua carreira de Planejador Financeiro?

Somos o centro de excelência em aprendizado e networking para Planejadores Financeiros Independentes.

Nós acreditamos que a carreira bem sucedida do Planejador Financeiro é pautada em 3 pilares: Técnico, Comportamental e Empreendedor. Com base nestes pilares, criamos a Academia de Planejamento Financeiro, que tem como objetivo transformar o propósito profissional em uma carreira rentável e sustentável.

A profissão de “Planejador Financeiro Pessoal” vem crescendo no Brasil. Segundo pesquisa do SPC, cerca de 59% da população brasileira não faz o planejamento de suas finanças pessoais (Este número aumenta para 62% das pessoas menos escolarizadas).

Várias são as dúvidas que envolvem o uso eficiente do dinheiro e uma decisão errada pode afetar o planejamento de um futuro tranquilo. Muita gente não se dá conta, mas algumas frases indicam a necessidade da ajuda de um profissional como esse:

– “Gostaria de ter mais tempo livre, mas tenho muitas contas pra pagar”

– “Quero dar um bom futuro para os meus filhos”

– “Tenho disciplina, mas não sei onde investir para aumentar meus resultados”

– “Quero viver tranquilo, mas gasto tudo o que ganho”

– “Já tentei me organizar, mas não consigo”

– “Eu e minha mulher não conversamos sobre dinheiro. Cada um pensa de um jeito.”

– “Já ouvi dizer que a poupança não é um bom investimento, mas tenho medo de perder dinheiro em outros lugares”

– “Me preocupo com minha aposentadoria e por isso tenho uma previdência privada, mas não tenho ideia de quanto está rendendo e também não sei quanto dinheiro vou ter quando me aposentar”

– “Não confio no meu gerente do banco”

Todo mundo deveria ter o seu Planejador Financeiro Pessoal!

Imagine que você quer mais saúde, vale a pena contratar um Personal Trainer? Ou então você quer melhorar a alimentação, vale a pena consultar um nutricionista?

O Planejador Financeiro Pessoal é o especialista na área de Finanças Pessoais, portanto pessoas que querem mais da sua vida financeira devem ter este profissional como principal referência para os resultados que busca.

Será que você está pronto para se tornar essa referência?

O infográfico abaixo mostra “Os 6 sinais de que você está no caminho para se tornar um Planejador Financeiro Pessoal”

CheckList: 6 sinais que você está se tornando um Planejador Financeiro Pessoal

A preparação do futuro Planejador Financeiro

Existem 3 pilares fundamentais para a carreira bem sucedida do Planejador Financeiro Independente. São eles:

  • Ter uma boa metodologia
    Separe-se dos amadores organizando sua metodologia de Planejamento Financeiro.
  • Compreender o cliente
    Cada ser humano é único e demanda um planejamento especifíco.
  • Ser empreendedor
    Existem diversas variáveis a se pensar para construir um negócio rentável e sustentável.

Para se aprofundar ainda mais sobre os 3 Pilares, clique no botão abaixo e baixe o ebook.

A Academia GFAI tem o objetivo de capacitar os futuros Planejadores nestes 3 pilares. Para saber se você está pronto para a carreira Independente, faça o teste:

Há alguns anos, as pessoas não tinham ideia dos benefícios de se contratar um Personal Trainer. Hoje, as pessoas entendem que o Personal Trainer é o profissional que irá criar um treino personalizado e específico para a sua necessidade e objetivos.

A mesma coisa está acontecendo com o mercado de Planejamento Financeiro no Brasil. Os brasileiros começam a compreender que este é o profissional preparado para ajudá-los em suas finanças, criando um plano específico levando em conta seu perfil e situação particular para atingir objetivos de curto, médio e longo prazo.

Se você se enxerga fazendo parte do grupo pioneiro de profissionais que irão consolidar este mercado no Brasil, conte com a gente!

Janser Rojo, CFP®
Janser Rojo, CFP®

Atua como Planejador Financeiro Independente desde 2012. Fundador do portal de conteúdo QI Financeiro e sócio da GFAI. Atuação por mais de 6 anos em Tesouraria de banco internacional e MBA em Derivativos pela BM&FBovespa. Co-fundador da Academia GFAI

Categorias
Carreira Planejador Financeiro Uncategorized

Estudo de Caso – Robson Henriques

A trajetória de Robson Henriques, que deixou a Engenharia da Computação para se tornar Planejador Financeiro.

Posts Recentes

Como a Academia GFAI pode ajudar em sua carreira de Planejador Financeiro?

Somos o centro de excelência em aprendizado e networking para Planejadores Financeiros Independentes.

Nós acreditamos que a carreira bem sucedida do Planejador Financeiro é pautada em 3 pilares: Técnico, Comportamental e Empreendedor. Com base nestes pilares, criamos a Academia de Planejamento Financeiro, que tem como objetivo transformar o propósito profissional em uma carreira rentável e sustentável.

Fizemos um estudo de caso com Robson Henriques, um excelente Planejador Financeiro que tivemos a honra de formar aqui na Academia GFAI.

Nome completo: Robson Henriques

 

Idade: 39 anos

 

Cursos de Formação: Engenharia da Computação

 

O que te motivou a se tornar um Planejador Financeiro?

Auxiliar as pessoas de alta ou baixa renda a se preparar para os projetos de curto, médio e longo prazo e ainda se programar para a aposentadoria.

 

Como era sua atuação antes da Academia de Planejamento Financeiro (APF) GFAI?

Área de Business Intelligence com extração e tratamento de base de dados para levantamento de informações.

 

Como você conheceu a APF?

Já atuava como planejador financeiro da GFAI e aproveitei para fazer a minha própria formação.

 

Quais dificuldades você encontrou para seguir na carreira de Planejador Financeiro antes de fazer a formação da APF?

Divulgar o trabalho e atrair pessoas para a primeira reunião de Clínica Financeira



Por que você decidiu fazer a formação da APF?

Para aprofundar meus conhecimentos técnicos e abranger a parte fundamental do planejamento financeiro que é a esfera humana.

 

A metodologia de ensino da APF foi satisfatória para você?

Sim. Técnica, Comportamento e empreendedorismo. Fundamental para definir o norte da carreira como planejador financeiro.

 

Os professores, como eles te auxiliaram nessa jornada?

Em todos os momentos.



Quais os pontos fortes que você destacaria na Formação da APF?

Quebra de paradigma por achar que planejamento financeiro é somente cálculo.

Conhecimento de perfis comportamentais

 

Como está sua carreira de Planejador Financeiro hoje?

Já adquiri uma bagagem suficiente para lidar com todos os perfis comportamentais e me sinto confortável para falar de finanças com todas as pessoas que atendo.



Você acredita que alcançou o objetivo traçado com a formação? Valeu a pena o investimento de tempo e dinheiro? 

Nesta área o céu é o limite. Valeu a pena o investimento e ainda me abriu os olhos para o aperfeiçoamento contínuo e nunca entrar na zona de conforto.

 

Que mensagem você deixaria para aqueles que pensam em seguir pelo mesmo caminho que você?

Se é o que realmente você ama fazer, acredite no seu potencial e não perca mais tempo. Obstáculos virão, mas é justamente aí que você vai provar para você mesmo qual é o seu propósito de vida.

Resiliência será preciso todos os dias. Se tivesse que recomeçar do zero faria hoje mesmo e com o maior prazer.

Janser Rojo, CFP®
Janser Rojo, CFP®

Atua como Planejador Financeiro Independente desde 2012. Fundador do portal de conteúdo QI Financeiro e sócio da GFAI. Atuação por mais de 6 anos em Tesouraria de banco internacional e MBA em Derivativos pela BM&FBovespa. Co-fundador da Academia GFAI

Categorias
Carreira Planejador Financeiro Uncategorized

Planejador Financeiro e Educador Financeiro são a mesma coisa? Entenda as 8 principais diferenças

Planejador Financeiro e Educador Financeiro são a mesma coisa? Entenda as 8 principais diferenças

Posts Recentes

Como a Academia GFAI pode ajudar em sua carreira de Planejador Financeiro?

Somos o centro de excelência em aprendizado e networking para Planejadores Financeiros Independentes.

Nós acreditamos que a carreira bem sucedida do Planejador Financeiro é pautada em 3 pilares: Técnico, Comportamental e Empreendedor. Com base nestes pilares, criamos a Academia de Planejamento Financeiro, que tem como objetivo transformar o propósito profissional em uma carreira rentável e sustentável.

Em um mercado crescente e com tantas oportunidades, é comum a confusão entre uma função e outra dentre aqueles que se propõe a ajudar os clientes em suas Finanças Pessoais. Mas afinal, Planejador Financeiro e Educador Financeiro são a mesma coisa? A resposta é um grande NÃO e vou tentar deixar isso bem claro neste artigo.

Em 1º lugar, é importante dizer que estamos falando aqui de 2 profissões válidas, baseadas em modelos de negócio diferentes, portanto não existe certo ou errado na escolha entre uma ou outra. O profissional, conhecedor do seu perfil e suas aptidões, vai escolher aquela que melhor se alinha aos seus objetivos. O importante é justamente conhecer a fundo estas diferenças para tomar uma decisão consciente do caminho a trilhar.

Em 2º lugar, quero destacar que tenho propriedade para falar de ambas as profissões pois, nos meus 10 anos de carreira independente, já ocupei as 2 posições. Comecei com o modelo de negócio do Educador Financeiro e depois de alguns anos migrei para o modelo do Planejador Financeiro onde me encontro até hoje, estando a frente da Academia GFAI onde já formamos milhares de profissionais para este mercado.

Enfim, conhecidas as devidas bases para chegar a estas conclusões, vamos a elas:

1. Etimologia das Palavras

A palavra EDUCADOR vem daquele que dá educação, transmite conteúdo e aprendizado. O Educador, portanto, é aquele que se especializa em ensinar seus alunos sobre um tema que ele domina.

A palavra PLANEJADOR vem daquele que cria um Plano, uma estratégia para atingir um objetivo. O Planejador, portanto, é aquele que se especializa em criar o melhor caminho e execução para se alcançar o resultado desejado.

2. Público-alvo

O público-alvo do EDUCADOR FINANCEIRO é bastante amplo, já que teoricamente todos deveriam se preocupar em ter uma boa base de Educação Financeira. Desde a educação infantil até os aposentados que se preocupam em manter o estilo de vida com o patrimônio acumulado durante a vida, todos eles necessitam de bom conteúdo neste assunto para aprender a gerenciar melhor suas finanças.

O público-alvo do PLANEJADOR FINANCEIRO também é bastante amplo, porém já mais restrito àqueles que valorizam uma “consultoria individual” para atingir resultados pessoais. É o mesmo público do Personal Trainer, Nutricionista, Médico particular etc…

São pessoas que:

  • não gostam de (ou não querem) se aprofundar nos assuntos que envolvem suas finanças (mercado financeiro, por exemplo) e preferem ter alguém próximo para ajudar nas decisões “traduzindo” este mundo para elas, levando em conta suas particularidades, ou
  • conhecem do assunto, mas não tem disciplina para seguir por conta própria. É aquela história que conhecemos bem: na teoria, todos sabem que deveriam comer melhor e fazer exercícios, mas só fazem mesmo quando tem alguém “puxando a orelha”. Fora que o acompanhamento de um especialista traz muito mais resultados…
3. Conhecimento Técnico

O EDUCADOR FINANCEIRO deve conhecer muito sobre temas do dia-a-dia do público para o qual pretende lecionar. São normalmente temas abrangentes que despertam interesse e curiosidade, daí a demanda por esse conteúdo. Alguns exemplos:

  • Como investir na bolsa de valores
  • Como renegociar dívidas
  • Qual a diferença entre financiamento e consórcio

Já o PLANEJADOR FINANCEIRO precisa estar atento a todas as áreas que fazem parte de um Plano Financeiro completo para apresentar ao seu cliente que, muitas vezes, nem sabe a real complexidade que envolvem suas finanças. Estes são 6 os pilares de um bom Planejamento Financeiro:

Imagem retirada da pesquisa FPSB veiculada pela Planejar aos associados em mai/21

Neste caso, o Planejador estará apto a responder perguntas como:

– Neste ritmo, com que idade poderei parar de trabalhar?

– Vale a pena eu vender meu carro para pagar essas dívidas?

– É melhor eu financiar aquele apartamento naquele bairro afastado ou continuar vivendo de aluguel aqui no Centro?

Perceba que estes casos levam em consideração aspectos muito pessoais para se chegar a uma resposta que só vale para aquele indivíduo ou família, naquela situação específica.

4. Habilidades a Desenvolver

Para evoluir na profissão, o EDUCADOR provavelmente irá buscar desenvolver habilidades como:

  • Preparação de Conteúdo
  • Didática / Oratória
  • Canais de Comunicação
  • Storytelling

Para evoluir na profissão, o PLANEJADOR provavelmente irá buscar desenvolver habilidades como:

  • Visão Estratégica
  • PNL
  • Mediação de conflitos
  • Finanças Comportamentais

Obs: Não quer dizer que um Educador não busque também habilidades comuns ao Planejador e vice-versa. Quis destacar aqui as prioridades e isso ficará mais claro nas perguntas respondidas abaixo.

5. Forma de atendimento

Para o EDUCADOR é importante transmitir este conteúdo ao maior número de pessoas possível para que se beneficiem deste novo conhecimento. A transmissão desse conteúdo pode ser via palestras, cursos, livros, artigos, vídeos…

Obs: o Educador Financeiro também pode dar “aulas particulares”, mas vamos nos aprofundar nisso mais abaixo.

Para o PLANEJADOR o mais importante é entender as particularidades do indivíduo ou família para traçar um bom diagnóstico da situação atual, entender seus projetos de vida e desenhar um Plano Financeiro para chegarem lá, por isso normalmente os atendimentos acontecem no formato de reuniões.

 

 

6. Modelo de Cobrança

A principal medida para monetização do trabalho do EDUCADOR
é quantas pessoas ele consegue “alcançar” para que absorvam seu conteúdo.
Quanto maior o nº de pessoas alcançadas, maior seu ganho. Além disso, a transmissão
do conteúdo não precisa ser “ao vivo”, ele pode ter várias aulas gravadas no
Hotmart, por exemplo, e vender os acessos. Outra forma também é ganhar de
patrocinadores para produzir algum conteúdo específico, ou ainda ser pago por
uma plataforma que contém propagandas, como o YouTube.

O PLANEJADOR FINANCEIRO é remunerado diretamente pelo seu
cliente, normalmente por um custo calculado em horas de atendimento ou um custo
variável de acordo com o patrimônio. Há ainda a possibilidade do Planejador receber
por indicações de outros profissionais que irão resolver questões dentro de
suas especialidades, como um advogado. O importante neste ganho indireto é a
total transparência ao cliente sobre estas outras remunerações, para que não se
perca o alinhamento de interesses.

Modelo de Recorrência:

Enquanto a remuneração do EDUCADOR está ligada ao acesso do
aluno àquele conteúdo, a remuneração do PLANEJADOR está ligada ao acesso do
cliente àquele profissional. Dessa forma, existe também a possibilidade de um
modelo de recorrência, já que o PLANEJADOR pode acompanhar o cliente em seu
Planejamento pelo resto da vida (não só pela confecção do Plano, mas também
pelo monitoramento e ajustes no meio do caminho), ganhando para isso.

Nos EUA, onde essa profissão já tem muitos anos de história,
é comum que os herdeiros inclusive continuem com aquele Planejador que já
conhece todo o histórico da família. No Brasil, os Planejadores já começam a
construir sua carteira de clientes. Eu, por exemplo, tenho clientes que atendo
há mais de 7 anos e que me dizem que vou ter que acompanhá-los até o fim, pois
não imaginam voltando à situação anterior onde viviam preocupados com dinheiro
e não sabiam a quem recorrer cada vez que tinham que tomar alguma decisão
importante.

7. Feedbacks esperados

Alguns feedbacks que mostram que o EDUCADOR atingiu seu objetivo:

  • Eu tinha medo da renda variável, mas agora entendo melhor e vou saber diversificar meus investimentos
  • Agora sei calcular os juros das dívidas e não vou fazer novamente as mais caras
  • Entendi a importância de anotar os gastos e vou começar a me organizar melhor

Perceba que os feedbacks aqui estão relacionados àquilo que o cliente não sabia e agora entendeu/aprendeu.

E os feedbacks que mostram que o PLANEJADOR atingiu (ou continua atingindo, no modelo de recorrência) seu objetivo:

  • Você me trouxe esperança novamente pois achei que meu caso não tinha solução
  • Agora posso dormir tranquilo pois sei que temos um plano para colocar a “casa em ordem”
  • Ufa, não vou precisar trabalhar o resto da vida! Estou confiante que vamos conseguir atingir aquilo que projetamos

Estes feedbacks estão relacionados a sentimentos que eram negativos em relação à vida financeira e depois do Planejamento passam a ser positivos. 

8. Referências no Brasil

Grandes Educadores que se tornaram referência nos últimos anos são: Gustavo Cerbasi, Nathalia Arcuri, Thiago Nigro, André Massaro…

As referências em Planejamento Financeiro não são reconhecidas pelo grande público, pois como vimos esse é um trabalho mais individualizado, porém já existem sim grandes empresas de Planejamento espalhadas pelo Brasil. A Academia GFAI, inclusive, organiza Meetups mensais que reúnem várias delas. Seus nomes e links para os respectivos sites podem ser vistos no site do Meetup: https://academiagfai.com.br/meetup-enep/

Perguntas Respondidas


Mas o Educador pode atender 1 família?

Tenho acompanhado este mercado por muitos anos e vejo “pipocando” cursos para ensinar EDUCADORES FINANCEIROS. A questão é que monetizar o trabalho de um Educador é muito difícil, pois conseguir gerar alcance para os conteúdos dá muito trabalho ou então depende de muito investimento.

A saída para isso é dar “aulas particulares” e sim, este é uma opção válida, porém no longo prazo força o profissional a “matar 1 leão por dia”. Isso porque o modelo do Educador não é pensado em recorrência. Como falamos, a especialidade dele é ensinar algum conteúdo. Uma vez que seu aluno já dominou aquele assunto, não precisa mais do professor.

Dessa forma, o Educador fica entre a cruz e a espada: ou tem trabalho para gerar uma audiência e aí sim poderá ter uma renda recorrente (patrocínios, YouTube, venda de cursos, livros etc…) ou então se volta para as aulas particulares onde não tem a recorrência e terá que estar sempre correndo atrás de novos clientes.

Mas o Educador pode ser Planejador Financeiro?

Essa é a solução que muitos EDUCADORES estão buscando para resolver o dilema que citei na pergunta anterior. Aqueles que preferem dar aulas particulares ao invés de gerar uma grande audiência, começam a se aprofundar mais no modelo de recorrência do Planejador Financeiro, buscando as habilidades e os conhecimentos técnicos correspondentes.

Nestes casos, terão que desenvolver uma metodologia de atendimento, gerar engajamento do cliente no longo prazo e construir um modelo de negócio que demonstre ao cliente o valor desse acompanhamento. Ou seja, trilharão agora o caminho da carreira de Planejador Financeiro e não mais Educador Financeiro.

E o Planejador, pode ser Educador?

Existem 2 respostas para esta pergunta: a 1ª é que todo Planejador já é sim um Educador para o seu cliente pessoal, afinal o trabalho de Planejamento envolve muita transmissão de conteúdo sobre Finanças Pessoais ao cliente.

A 2ª resposta, pensando em transmissão de conteúdo em escala, como palestras, vídeos ou livros, também pode sim ser um canal de comunicação do Planejador. Neste caso, provavelmente ele utilizará esse canal para prospecção, mostrando para sua audiência toda a sua autoridade no assunto e convidando aqueles que desejarem para uma conversa particular, onde mostrará os benefícios de executarem o Planejamento com ele.

Conclusão: o maior risco é não ser uma coisa, nem outra.

Novamente, ressalto meus anos acompanhando a evolução desse mercado. O maior risco que vejo hoje para um profissional pensando em iniciar em uma destas 2 carreiras é sua falta de clareza sobre quem ele quer ser e como quer se relacionar com seu cliente.

A consequência acaba sendo uma série de ótimos profissionais que não conseguem se consolidar na nova profissão. Por não entenderem bem o seu Propósito e como responder a ele, veem-se desmotivados pelos naturais obstáculos que enfrentarão até conseguir alcançar uma boa rentabilidade.

Somente aqueles que conhecem bem os caminhos e tomam uma decisão consciente por onde seguir, conseguirão ter sustentabilidade na carreira e, por consequência, farão a diferença para muitos brasileiros, tão carentes de ajuda em suas Finanças Pessoais.

Janser Rojo, CFP®
Janser Rojo, CFP®

Atua como Planejador Financeiro Independente desde 2012. Fundador do portal de conteúdo QI Financeiro e sócio da GFAI. Atuação por mais de 6 anos em Tesouraria de banco internacional e MBA em Derivativos pela BM&FBovespa. Co-fundador da Academia GFAI

Categorias
Carreira Planejador Financeiro Uncategorized

Quando é a hora certa de buscar a certificação CFP®?

Quando é a hora certa de buscar a certificação CFP®?

Posts Recentes

Como a Academia GFAI pode ajudar em sua carreira de Planejador Financeiro?

Somos o centro de excelência em aprendizado e networking para Planejadores Financeiros Independentes.

Nós acreditamos que a carreira bem sucedida do Planejador Financeiro é pautada em 3 pilares: Técnico, Comportamental e Empreendedor. Com base nestes pilares, criamos a Academia de Planejamento Financeiro, que tem como objetivo transformar o propósito profissional em uma carreira rentável e sustentável.

A certificação CFP® é a sigla para Certified Financial Planner. No Brasil, a entidade certificadora é a Planejar (Associação Brasileira de Planejamento Financeiro) que é afiliada ao Financial Planning Standards Board FPSB, entidade responsável pelo gerenciamento, desenvolvimento e promoção da marca CFP® no mundo.

Muitos profissionais, olhando para a carreira de Planejador(a) Financeiro(a), nos questionam sobre a melhor forma de conseguir a certificação para começarem a atuar.

Essa é uma confusão muito frequente, por isso resolvemos escrever este artigo.

 Para já deixar bem claro logo no início: não é necessária a certificação para começar a atuar!

A certificação CFP® é uma marca de distinção, ou seja, o possuidor busca uma diferenciação, um “selo de qualidade”, mas não é requisito obrigatório para atuação nesse mercado.

Esclarecemos a seguir, a partir do relato das nossas experiências, quando pode ser a melhor hora para você buscar a sua certificação:

Janser Rojo, CFP® - busca pela certificação no início de carreira

O ano de 2010 foi a grande “virada de chave” na minha vida profissional. Saí de uma carreira corporativa no segmento bancário para seguir o propósito de ajudar as pessoas a tomarem melhores decisões financeiras. Pedi demissão em agosto e no mesmo mês já começaram meus estudos para tirar a certificação.

Minha ideia era a de que, por conta da certificação, as portas (de clientes e empresas) se abririam para que eu pudesse compartilhar meu conhecimento. Foram 4 meses intensos de estudo e, apesar de o material ter realmente me mostrado a abrangência do Planejamento Financeiro, não encontrei grandes dificuldades nos temas mais técnicos, afinal eu já vinha do Mercado Financeiro.

Prestei os exames no final do ano, passei nos módulos e a cerimônia de certificação aconteceu em janeiro do ano seguinte, 2011, junto com o boleto para pagamento da primeira anuidade.

Pronto, agora eu tinha a tão cobiçada certificação CFP® e estava preparado para o sucesso na nova carreira empreendedora! Grande engano… Eu mal sabia o que seria necessário para realmente superar os desafios dessa profissão que ainda engatinhava no Brasil.

Em 1º lugar, as portas não se abrem simplesmente por possuir a certificação. No meu caso, até hoje ainda tenho dificuldades em encontrar clientes que sequer saibam da existência dessa certificação. A Planejar está trabalhando para que a certificação seja reconhecida pela população, mas sabemos que ainda temos um longo caminho pela frente.

Em 2º lugar, a certificação não ensina uma metodologia de atendimento, uma forma de engajar os clientes em seus planos financeiros e menos ainda como criar um negócio de Planejamento Financeiro em torno desse serviço. Foram anos de muita resiliência para aprender com cada erro e crescer nessa carreira autônoma até ganhar algum reconhecimento e formar uma renda aceitável.

Hoje, à frente da Academia GFAI, sei que a certificação é útil para demonstrar autoridade nos temas que leciono, porém olhando para trás, poderia ter feito diferente para que meu início nessa carreira não fosse tão tortuoso. Escolher onde você irá focar suas energias (e seu dinheiro da reserva de transição) é primordial para vencer os obstáculos mais rapidamente.

Estes são indicadores de que AINDA NÃO É A HORA CERTA de buscar a certificação:

– início de carreira, sem saber exatamente como atuar na profissão

– sem experiência comprovada em atendimentos a clientes ou temas relacionados ao Planejamento Financeiro o que, inclusive, é um dos requisitos para tirar a certificação em 1º lugar.

– esperar que a certificação traga respostas sobre como construir uma carreira sustentável de Planejador Independente

Robson Henriques, CFP® - busca pela certificação em uma carreira já consolidada de Planejador Financeiro

Formado em Engenharia da Computação e com mais de 12 anos atuando na área de Business Intelligence, o tema finanças entrou na minha vida somente em 2014.

Neste ano comprei um curso de Tesouro Direto e comecei a fazer meus primeiros investimentos de verdade (até então estava tudo na Poupança).

Começou a dar certo e em pouco tempo as pessoas ao meu redor começaram a pedir conselhos.

Um indica o outro que indica mais um e aquilo foi tomando uma certa proporção.

Foi quando percebi que precisaria de algum tipo de embasamento técnico para ganhar autoridade no assunto.

Era hora de buscar a formação como Coach e Educador Financeiro em cursos mais básicos.

Como minha meta era a leitura de um livro de finanças por mês (a lista é longa começando por Pai Rico, Pai Pobre) cheguei ao ponto onde eu tinha muito conhecimento técnico, mas faltavam as ferramentas.

Até então eu atendia os clientes sem cobrar nenhum centavo, com uma folha de sulfite e alguns formulários.

Em 2016 conheci a GFAI, empresa no setor que atua com metodologia e ferramentas para o atendimento de pessoas físicas no Planejamento Financeiro.

Era o casamento que eu precisava: a minha técnica com a metodologia e ferramentas GFAI.

Assim comecei meus primeiros atendimentos.

Aprendizado na prática. Aquele conteúdo que eu conhecia da leitura de livros e as formações básicas no tema já foram suficientes para eu “salvar” um número considerável de famílias.

O mais importante de tudo isso foi me especializar cada vez mais nos atendimentos com cada caso e ter a certeza de que aquela era a profissão da minha vida.

Até este momento eu nunca tinha ouvido falar da certificação CFP®.

Toda a metodologia da plataforma que eu utilizava era baseada nos princípios do CFP®, mas, sem saber, o aprendizado de como traduzir o tema finanças para pessoas leigas no assunto foi tomando forma.

Atendi de endividados a milionários e cada caso trazia a bagagem de conhecimentos ainda inexplorados que eu precisava estudar.

Este nível de experiência abriu portas para treinar novos profissionais, coordenar e lecionar na própria Academia de Formação para Planejadores Financeiros e atender mais de 100 famílias.

Com todo este histórico, após 4 anos, resolvi que era hora de tirar minha certificação de distinção.

Após um ano de estudo, em dezembro de 2020, consegui minha certificação CFP®.

Um investimento feito na hora certa, após um longo período de atendimentos e prática, quando realmente decidi que já estava pronto para a certificação.

O maior ato de um planejador financeiro é transformar o sonho de uma família em realidade.

A certificação CFP® vem na sequência para coroar o trabalho.

Estes são indicadores de que PODE SER A HORA CERTA para buscar a certificação:

– Já possui a experiência na carreira de Planejador (até para comprovar no processo de certificação) e gostaria de acrescentar este “selo de qualidade” no seu currículo

– Faz parte do plano de carreira na empresa onde atua

– Atende um nicho de clientes que reconhece o valor da certificação

– Requisito para uma atividade regulada, como a Consultor de Valores Mobiliários

O início de qualquer nova carreira é desafiador. Saber como otimizar seus recursos de tempo e dinheiro podem ser determinantes para o sucesso nessa nova etapa profissional. Sucesso!

Janser Rojo, CFP®
Janser Rojo, CFP®

Atua como Planejador Financeiro Independente desde 2012. Fundador do portal de conteúdo QI Financeiro e sócio da GFAI. Atuação por mais de 6 anos em Tesouraria de banco internacional e MBA em Derivativos pela BM&FBovespa. Co-fundador da Academia GFAI

Robson Henriques, CFP®
Robson Henriques, CFP®

Formado e certificado em Educação e Coaching Financeiro. Instrutor e Coordenador Técnico da equipe de Planejadores GFAI e Coordenador Geral da Academia de Planejadores Financeiros da GFAI. Atua como Planejador Financeiro independente desde 2016.

Categorias
Carreira Planejador Financeiro Uncategorized

A robotização e o futuro do trabalho no mercado financeiro

A robotização e o futuro do trabalho no mercado financeiro

Posts Recentes

Como a Academia GFAI pode ajudar em sua carreira de Planejador Financeiro?

Somos o centro de excelência em aprendizado e networking para Planejadores Financeiros Independentes.

Nós acreditamos que a carreira bem sucedida do Planejador Financeiro é pautada em 3 pilares: Técnico, Comportamental e Empreendedor. Com base nestes pilares, criamos a Academia de Planejamento Financeiro, que tem como objetivo transformar o propósito profissional em uma carreira rentável e sustentável.

A presença cada vez mais forte da tecnologia em nossas vidas mudou a maneira como nossas necessidades são atendidas nos mais diversos setores, como transporte, música, filmes, alimentação e muitos outros. No mercado financeiro, não é diferente.

A relação do consumidor com a tecnologia mudará drasticamente a forma como os produtos financeiros serão vendidos

A automação de tarefas é inevitável para o mercado financeiro. Isso ocorre porque, no atual cenário, produtividade aliada à redução de custos e satisfação do cliente são essenciais para as empresas se manterem no mercado.

A padronização de processos, diminuição de gargalos internos das instituições, agilidade no atendimento e redução de erros por falhas humanas são outras vantagens de se investir em tecnologia.

Fintechs e a revolução do mercado financeiro

Fintech é o termo utilizado para empresas que utilizam de inovação e tecnologia no setor financeiro. Aplicativos de bancos utilizados para realizar investimentos são exemplos da aplicação da tecnologia que tornam o acesso a serviços financeiros e bancários mais acessíveis à população.

O termo engloba tanto startups quanto companhias financeiras já estabelecidas no mercado, que procuram substituir ou melhorar seus serviços com a aplicação de tecnologias.

Dados de 2014, mostram que o investimento global em tecnologia no mercado financeiro superou os US$12 bilhões de dólares.

Fintechs brasileiras que talvez você já conheça:

Nubank
Viva Real
Guia Bolso
Neon
Conta Azul

Obs: As Insurtechs são um segmento das Fintechs voltadas especificamente para o mercado de seguros e surgiram com o propósito de revolucionar este setor, utilizando novas tecnologias que estão mudando a forma como os consumidores contratam planos de seguro (de vida, imóvel, viagem, automóvel, etc).

A evolução da prestação de Serviços

O setor de serviços trava uma batalha diária com os desafios do mercado. As empresas do setor cada vez mais buscam flexibilidade e customização no atendimento dos seus clientes. 

Separamos alguns benefícios na robotização de processos:

  • Economiza tempo
  • Melhora a produção
  • Consegue rastrear os processos
  • Padroniza a produção
  • Reduz custos
  • Indicadores de performance do negócio

A robotização nesse caso, permite que as empresas possam ter mais conhecimento sobre o seu negócio e, com isso, criar um planejamento mais abrangente e que torne a prestação de serviços mais competitiva e eficiente.

E o mercado de Planejamento Financeiro, como fica?

Existe uma grande discussão sobre o surgimento dos “robo advisors”. São plataformas automatizadas de Planejamento Financeiro e Gerenciamento de Riquezas.

Robotizar o mercado de Planejamento Financeiro é um caminho natural, que  absolutamente está presente em nossas vidas já há algumas décadas.

À medida que a tecnologia vai se aperfeiçoando, naturalmente os profissionais de negócios e tecnologia começaram a procurar formas de automatizar totalmente certas funções da relação de serviço do cliente-planejador financeiro.

Porém, existem diversos fatores para que um Planejamento Financeiro seja eficaz. Alguns deles impossíveis de serem captadas por robôs, como fatores emocionais e de objetivos de vida. Assim, quando um cliente com uma carteira complexa fica irritado por crises de mercado, seu planejador financeiro o ajuda a manter o rumo e a tomar a melhor decisão, não aquelas impulsionadas pela emoção.

Conclusão

A robotização é o futuro, de outro lado o trabalho mais consultivo e holístico de um planejador financeiro ganha mais espaço, afinal, criar estratégias para os objetivos de vida de cada cliente, entendendo suas prioridades e tendências pessoais é uma competência que demanda muito da sensibilidade humana, tão necessária para criar planos que sejam executáveis a longo prazo.

Janser Rojo, CFP®
Janser Rojo, CFP®

Atua como Planejador Financeiro Independente desde 2012. Fundador do portal de conteúdo QI Financeiro e sócio da GFAI. Atuação por mais de 6 anos em Tesouraria de banco internacional e MBA em Derivativos pela BM&FBovespa. Co-fundador da Academia GFAI