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Estudo de caso – Cibele

Estudo de caso: Como a Planejadora Cibele conquistou mais clientes após a formação da APF

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Como a Academia GFAI pode ajudar em sua carreira de Planejador Financeiro?

Somos o centro de excelência em aprendizado e networking para Planejadores Financeiros Independentes.

Nós acreditamos que a carreira bem sucedida do Planejador Financeiro é pautada em 3 pilares: Técnico, Comportamental e Empreendedor. Com base nestes pilares, criamos a Academia de Planejamento Financeiro, que tem como objetivo transformar o propósito profissional em uma carreira rentável e sustentável.

A Academia de Planejamento Financeiro procurou alguns dos mais de 1000 alunos formados como Planejadores Financeiros Independentes para servir de estudo de caso da trajetória de atuação desses profissionais antes e depois da formação na Academia.

O caso que vamos apresentar neste estudo é da Planejadora Financeira Cibele Gomes de Oliveira, 42 anos, com formação acadêmica na área de Tecnologia da Informação, pós graduada em Gestão de Negócios em Serviços. 

Ela tomou a decisão de migrar de carreira quando se formou como Life Coach, Educadora Financeira DSOP e após finalizar a formação na Academia de Planejamento Financeiro GFAI. 

– O que te motivou a se tornar uma Planejadora Financeira?

A motivação para me tornar planejadora financeira foi de potencializar meus conhecimentos, aprender a metodologia para ajudar as pessoas a se organizarem  financeiramente de uma forma estruturada.

– Como era sua atuação antes da Academia de Planejamento Financeiro (APF) GFAI?

Antes da formação na Academia, eu realizava processos de Coaching voltados para questões financeiras, alguns coachees buscavam transição de carreira, mas não tinham reserva para investir no preparo dessa nova área, ou seja coachees queriam mudar mas não investem para que essa mudança acontecesse através de um planejamento.

– Como você conheceu a APF?

Conheci a Academia através de uma busca no Google, acessei o site, assisti quase todos os vídeos e também depoimentos dos alunos que já tinham se formado. Fiz contato com alguns alunos através de redes sociais e tomei coragem para fazer a inscrição no site.

Em seguida entraram em contato comigo, pra entender o que eu estava buscando, se o curso fazia sentido pra mim e recebi a aprovação para fazer parte da turma.

Alguns dias depois recebi um convite por e-mail para palestra da Rebeca Toyama com o Caco Santos sobre comportamento x finanças pessoais e me encantei mais ainda pelo lugar, pelas pessoas, pelo ambiente e percebi que valia a pena ingressar na Academia.

– Quais dificuldades você encontrou para seguir na carreira de Planejadora Financeira antes de fazer a formação da APF?

As dificuldades que eu tinha antes da Academia, era relacionada a falta de clareza da minha prestação de serviços, porque a princípio eu queria ajudar as pessoas com o coaching e o destino foi me mostrando outros caminhos, metodologia, processo, ferramenta, agenda, estrutura física, mentoria e parceiros para troca de experiências.

– Por que você decidiu fazer a formação da APF?

Decidi fazer APF porque senti que era uma oportunidade de capacitar o que adoro fazer, através dos 3 pilares, Metodologia, Comportamental e Empreendedorismo.

– A metodologia de ensino da APF foi satisfatória para você?

A metodologia foi super satisfatória porque expandiu o autoconhecimento, a forma de se conectar com os clientes e saber escolher a melhor maneira para colocá-la em prática.

– Os professores, como eles te auxiliaram nessa jornada?

Os professores auxiliaram de forma objetiva, direta e realista. Durante as aulas o que mais gostei foi a liberdade de expor todo tipo de dúvida tendo retorno claro deles e a troca de experiências deles em diversas situações. Todo momento somos observados e isso gera uma mútua atenção e comprometimento.

– Quais os pontos fortes que você destacaria na Formação da APF?

Os pontos fortes que eu destacaria seria as imersões no intervalo de cada pilar, com banca avaliadora, a participação de outros planejadores profissionais e diretores, networking, a dinâmica e riqueza de conhecimentos, material de conteúdo (vídeos, palestras), os livros indicados de leitura.

– Como está sua carreira de Planejadora Financeira hoje?

Minha carreira de Planejadora Financeira Pessoal está prosperando, em quatro meses atendi mais de 40 pessoas e tenho uma carteira de 11 clientes. Todos os dias aprendo alguma coisa diferente. O desafio é respeitar cada etapa, ter determinação, foco, administração do tempo, acreditar na lei da atração e controlar a ansiedade.

– Você acredita que alcançou o objetivo traçado com a formação? Valeu a pena o investimento de tempo e dinheiro?

Acredito que alcancei o objetivo da formação, mas o aprendizado é contínuo e precisa ser atualizado, o valor do investimento valeu a pena e recomendo.

– Que mensagem você deixaria para aqueles que pensam em seguir pelo mesmo caminho que você?

Seja determinado, focado em ajudar as pessoas com o seu melhor. O engajamento vai ser fundamental para seguir, no controle da ansiedade, administração do tempo e tendo em mente o propósito de ajudar a transformar vidas e disseminar o planejamento financeiro pessoal.

Tire suas dúvidas sobre a profissão falando conosco!

Janser Rojo, CFP®
Janser Rojo, CFP®

Atua como Planejador Financeiro Independente desde 2012. Fundador do portal de conteúdo QI Financeiro e sócio da GFAI. Atuação por mais de 6 anos em Tesouraria de banco internacional e MBA em Derivativos pela BM&FBovespa. Co-fundador da Academia GFAI

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As 5 etapas de transição para o modelo independente no mercado de Planejamento Financeiro

As 5 etapas de transição para o modelo independente no mercado de Planejamento Financeiro

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Como a Academia GFAI pode ajudar em sua carreira de Planejador Financeiro?

Somos o centro de excelência em aprendizado e networking para Planejadores Financeiros Independentes.

Nós acreditamos que a carreira bem sucedida do Planejador Financeiro é pautada em 3 pilares: Técnico, Comportamental e Empreendedor. Com base nestes pilares, criamos a Academia de Planejamento Financeiro, que tem como objetivo transformar o propósito profissional em uma carreira rentável e sustentável.

Muitos profissionais olham para a carreira independente como uma alternativa ao trabalho dentro de uma instituição financeira, seja para transição, complementação de renda ou mesmo plano B em caso de demissão. 

 

Para quem nunca trabalhou neste modelo, porém, existem várias inseguranças na busca pela autonomia: como conseguir clientes, qual o retorno financeiro ou ainda o momento de grandes incertezas na economia. 

 

Por já ter feito essa transição em 2011, posso afirmar: NÃO ME ARREPENDO! 

 

De qualquer forma, teria sim feito várias coisas diferentes. O intuito desse artigo é explicar a forma como eu teria feito essa transição com a cabeça e experiência que tenho hoje e, pra facilitar, dividi em 5 passos que seguiria na construção deste plano. Vamos a eles: 

 

1. Quem você quer ser? 

Existem muitas possibilidades de atuação para seguir uma carreira autônoma com foco nas finanças do cliente Pessoa Física: 

– Planejador Financeiro 

– Educador Financeiro 

– Coach Financeiro 

– Agente Autônomo de Investimentos 

– etc… 

 

Todas elas são profissões válidas, com formas de atuação e modelos de negócio diferentes. 

 

Qual delas representa melhor a atuação que você quer? Você sabe a diferença entre elas? 

 

Caso isso não esteja muito claro pra você, o 1º passo é uma boa pesquisa sobre cada uma para que consiga identificar onde seu perfil se encaixa melhor. Para ajudar, a continuação deste artigo falará bastante sobre o PLANEJADOR FINANCEIRO (que é o modelo onde atuo e mais faz sentido pra mim) e também já escrevi alguns artigos sobre a diferença com outros modelos como: Planejador Financeiro x Educador Financeiro e Planejador Financeiro x Agente Autônomo de Investimento (AAI)

 

Uma dica que posso deixar é: identifique seu propósito e veja qual é a profissão mais alinhada a ele. Cada vez mais, vemos grandes empreendedores de sucesso falando sobre como seguiram seu coração muito mais do que o consenso de mercado ou conselhos de amigos e familiares. 

 

As opiniões de fora levarão em consideração a atividade que já se provou dando certo para a maioria e, portanto, seria a mais recomendada em termos “estatísticos”. A verdade é que todas as profissões têm grandes chances de sucesso e fracasso. O que diferencia um caminho do outro é o empreendedor, que vai precisar de muita motivação para superar os obstáculos. É exatamente nessa parte que o propósito entra: MOTIVAÇÃO. No momento em que você não tiver mais chefe para falar o que fazer, é a motivação que o levará adiante. 

 

Eu comecei como Educador Financeiro, mas meu propósito estava muito mais voltado em me aprofundar nas particularidades de cada indivíduo ou família, que pudessem confiar no meu trabalho como um guia ou um “personal trainer das finanças”. Por isso, migrei meu modelo de negócio para o Planejamento Financeiro e aí sim minha história empreendedora começou a decolar.  

 

2. Quanto quer ganhar? 

Ninguém vive de amor à profissão. Inclusive, para ser uma profissão de longo prazo, ela precisa ser rentável e dar sustentação ao profissional para que consiga viver dela. Ainda mais como Planejadores Financeiros, sabemos da necessidade não só de manter as contas em dia, mas também investir o necessário para os projetos e longevidade. 

 

E aí vem a grande questão: qual é o seu número? Quanto quer ganhar nessa nova atividade profissional? 

 

Um parâmetro pode ser o salário que ganha no seu emprego CLT ou serviço público. Porém não espere que ganhar a mesma coisa em uma nova carreira será fácil e rápido, afinal: 

 

– Quanto tempo estudou para ganhar o que ganha hoje? 

– Quantos anos de experiência para saber fazer bem o que faz? 

– Quantos “degraus” (promoções) teve que subir para chegar no atual patamar? 

 

É natural imaginar que no começo (como em qualquer nova profissão) tenha que dar alguns passos pra trás. Mas será que não vale a pena o “sacrifício” temporário para viver daquilo que gosta? Não vale a pena o esforço para manter sua saúde mental em ordem? 

 

Vale lembrar também que ter seu próprio negócio traz a possibilidade de ganhos bem maiores no longo prazo do que teria em qualquer emprego. Salário tem teto, lucro não. 

 

Perceba que tem mais coisas subjetivas para levar em consideração. Por isso, esse número é seu e somente você consegue definir a meta que quer alcançar. 

 

3. Entregável de valor 

Você consegue deixar mais tangível o que entrega para o cliente? 

 

Um desafio que enfrentamos na venda de serviço é fazer com que o cliente enxergue o valor naquilo que fazemos. Em um produto, é fácil entender porque ele deve ser pago: é algo palpável. O serviço não… 

 

Uma forma que os PROFISSIONAIS utilizam para se diferenciar dos amadores, que dão dicas e não cobram nada por isso, é ter uma METODOLOGIA. Algo que faça o cliente entender que o trabalho é algo bem estruturado. E o mais importante: tem um entregável de valor. No caso do Planejador Financeiro, por exemplo, um Plano Financeiro em forma de relatório se encaixa bem nessa demanda. 

 

Ter uma METODOLOGIA que gere um entregável de valor trará muito mais clareza para o cliente sobre a necessidade de pagar pelo seu serviço. E não só para o cliente! Para você também, ter orgulho do seu entregável fará com que se valorize muito mais e confie no preço que cobra. 

4. Modelo de Negócio 

O próximo passo é fazer disso um negócio preparado não só para atender “meia dúzia” de clientes, mas sim que seja sustentável no longo prazo e possa impactar centenas ou milhares de famílias. 

 

São diversas variáveis que precisam ser decididas e equilibradas para que o negócio pare em pé. Caso queira entrar em mais detalhes sobre quais são estas variáveis, temos este eBook para download: As 10 variáveis determinantes para um Modelo de Negócio rentável e sustentável do Planejador Financeiro Independente  

 

A primeira variável que precisa verificar é: quem paga pelo seu entregável de valor? Quem é seu público-alvo? Provavelmente e principalmente no início, irá impactar mais aqueles que estão sofrendo com problemas que você já resolveu na sua vida particular ou ajudou outras pessoas a resolverem. 

 

A partir dessa base, começa sua modelagem. Seu negócio será para atender muitos clientes ou será para uma base pequena (nicho bem específico)? Seu modelo prevê recorrência no atendimento? Precisará de ajuda no backoffice? Não existe certo ou errado, mas sim o que cada empreendedor quer para si. 

 

Tendo em vista todas estas informações, faça projeções realistas para verificar se o negócio realmente atenderá suas expectativas de ganhos conforme falamos no item 2. Se não, ainda na fase de projeto é fácil fazer os ajustes. 

 

 5. Diferenciais 

Tudo pronto para se lançar no mercado de forma independente? Agora é a hora de realmente testar se conhece seu negócio: quais são seus diferenciais? Por que alguém deveria te contratar? Se essa resposta não estiver clara para você, melhor voltar aos itens anteriores e rever seu modelo. 

 

No mercado independente, não existe mais uma grande marca que você represente e facilite sua venda (como acontece quando trabalhamos em uma grande empresa). Agora você é a sua marca! E os seus resultados falarão por si. 

 

Mas vale a pena tanto trabalho para construir uma carreira independente?  

 

O que faz mais sentido para você: trabalhar uma vida inteira em algo que não traz satisfação ou lutar para que todos os seus dias reflitam aquilo que você acredita? 

 

Além disso, quem chega primeiro bebe água limpa. O mercado de Planejamento Financeiro ainda é um Oceano Azul (referência ao livro “A Estratégia do Oceano Azul” de W. Chan Kim e Renée Mauborgne). 

 

Em um momento de tantas incertezas no mercado de trabalho, deveria ser obrigatório pensar em um plano B. Para quem ainda depende de um salário no final do mês, é importante ter consciência sobre a falsa segurança que isso traz. Muitos acabam aprendendo da pior maneira que seus empregos não são tão seguros quanto imaginavam. 

 

Que tal se preparar para não depender de uma única fonte, mas sim de uma rede de clientes que indicam seu trabalho? Essa sim é a real segurança de quem encara o desafio inicial e constrói uma base realmente sólida para sua carreira profissional

Tire suas dúvidas sobre a profissão falando conosco!

Janser Rojo, CFP®
Janser Rojo, CFP®

Atua como Planejador Financeiro Independente desde 2012. Fundador do portal de conteúdo QI Financeiro e sócio da GFAI. Atuação por mais de 6 anos em Tesouraria de banco internacional e MBA em Derivativos pela BM&FBovespa. Co-fundador da Academia GFAI

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5 LIVROS QUE VOCÊ DEVERIA LER

5 LIVROS QUE VOCÊ DEVERIA LER ANTES DE SE TORNAR UM PLANEJADOR FINANCEIRO

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Como a Academia GFAI pode ajudar em sua carreira de Planejador Financeiro?

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Nós acreditamos que a carreira bem sucedida do Planejador Financeiro é pautada em 3 pilares: Técnico, Comportamental e Empreendedor. Com base nestes pilares, criamos a Academia de Planejamento Financeiro, que tem como objetivo transformar o propósito profissional em uma carreira rentável e sustentável.

Como “nasce” um Planejador Financeiro? Após conhecer e conversar com tantos profissionais, é nítido perceber que todos começam com uma curiosidade natural em querer saber como cuidar cada vez melhor do seu próprio Planejamento e para isso buscam materiais que os ajudem nesse caminho. 

Uma grande fonte de conhecimento, claro, são os livros! Listamos abaixo quais são estes clássicos que sempre aparecem na sua lista de leitura, mesmo antes de se darem conta de que estavam no rumo de uma nova carreira. Confira: 

Pai Rico Pai Pobre – Robert T. Kiyosaki 

Você provavelmente já ouviu falar deste livro – o autor Robert T. Kiyosaki narra sua história e a relação com o dinheiro através da visão do seu pai biológico, que era pobre, e a visão de seu mentor (pai rico), empresário e investidor, pai de um amigo de infância do autor, que acaba sendo seu mentor intelectual ao lhe oferecer um emprego informal nos fins de semana pelo qual os garotos quase nada recebiam monetariamente. 

Através das visões de mundos diferentes de ambos os mentores, o autor traça uma narrativa onde fica claro que os ricos não trabalham pelo dinheiro. Os ricos trabalham para aprender. O conceito de renda é dissociado do trabalho, pois a renda que importa não é a renda trabalhada, mas a renda passiva oriunda da obtenção de ativos. O objetivo de trabalhar deve estar relacionado a obter conhecimento para incorporação de ativos, mais do que esperar por um salário – que será útil na medida em que possibilita a geração de poupança para futuros investimentos. 

Os Segredos da mente milionária – T. Harv Eker 

Best seller conhecido mundialmente, este livro inclusive já mudou a vida de muitas pessoas. Mais uma vez parece que estamos falando de dinheiro, mas a história é outra. O livro aborda o pensamento sobre dinheiro como força motriz para a mudança de uma realidade. Segundo o autor, mesmo que uma pessoa tenha pleno conhecimento da sua área de atuação, ela só vai enriquecer se possuir um modelo pessoal de dinheiro programado para um alto nível de sucesso. 

Casais Inteligentes Enriquecem Juntos – Gustavo Cerbasi 

Esse best seller brasileiro indica que a maioria das brigas de casais estão relacionadas a dinheiro e dificuldades financeiras. A falta de clareza sobre os objetivos de cada um e do casal, além da falta de conversa sobre dinheiro desde o início do relacionamento, geram conflitos até mesmo em situações onde há sobra de recursos e não se sabe como aplicá-lo melhor. 

O livro orienta desde casais em início de namoro até relações mais maduras. 

Quem Pensa Enriquece – Napoleon Hill 

Resultado de 25 anos de estudo do escritor Napoleon Hill sobre os padrões principais que rondam a mente e o comportamento das pessoas de sucesso, este livro aborda uma série de fatores e formas de pensar que podem colocar o leitor mais próximo do seu próprio enriquecimento. 

O Homem Mais Rico da Babilônia – George S. Clason 

O autor George Clason nos leva até a antiga Babilônia, onde viviam os homens mais ricos daqueles tempos. Esse é um dos livros mais lidos por profissionais da área de Finanças Pessoais pois apresenta a relação do ser humano com o dinheiro e mostra como uma região que não possuía grandes recursos naturais, enriqueceu com conhecimento sobre como economizar e investir o dinheiro. 

O livro traz bons conselhos para quem deseja se tornar um Planejador Financeiro, como por exemplo: busque conhecimento antes de buscar lucro; faça o orçamento dos gastos e ainda poupe 10%; mantenha seus pagamentos sempre em dia; garanta sua renda para o futuro. 

Tire suas dúvidas sobre a profissão falando conosco!

Janser Rojo, CFP®
Janser Rojo, CFP®

Atua como Planejador Financeiro Independente desde 2012. Fundador do portal de conteúdo QI Financeiro e sócio da GFAI. Atuação por mais de 6 anos em Tesouraria de banco internacional e MBA em Derivativos pela BM&FBovespa. Co-fundador da Academia GFAI

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Planejador Financeiro ou Agente Autônomo? As 7 principais diferenças.

Planejador Financeiro ou Agente Autônomo?
As 7 principais diferenças.

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Como a Academia GFAI pode ajudar em sua carreira de Planejador Financeiro?

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Essa é uma pergunta muito comum para quem busca empreender na área de finanças pessoais! Existe um campo vasto de oportunidades e, com isso, muitas dúvidas podem surgir sobre como atuar e o que oferecer aos clientes. 

Separamos as principais diferenças entre estas duas profissões para que você possa escolher qual delas faz mais sentido para sua trajetória. 

 

PFP = Planejador Financeiro Pessoal 

AAI = Agente Autônomo de Investimentos 

 

Escopo do Trabalho 

PFP: O Planejador Financeiro Pessoal precisa alocar a maior parte do seu tempo para discutir a vida do cliente ou família em todos os seus aspectos: histórico com dinheiro, planos para o futuro, hábitos financeiros, relações familiares, diagnóstico atual, situações pontuais etc. Com toda esta base de informações, esse profissional consegue ter uma visão neutra de todo o “quebra-cabeça” para ajudar a montar as peças em torno de um plano financeiro. 

Como consequência deste plano, aí sim podem haver discussões específicas em áreas como investimentos, seguros, estruturas patrimoniais e assim por diante. 

Fazendo um paralelo com a área da saúde, o Planejador pode ser comparado a um Clínico Geral que aloca a maior parte do tempo para entender a situação e o diagnóstico, para somente no final falar de algum tratamento e acompanhamento necessários. 

AAI: O Agente Autônomo de Investimento, por outro lado, aloca a maior parte do seu tempo para estar bem informado sobre os melhores investimentos de sua “prateleira” e cenários macroeconômicos. Tudo isso para direcionar* ao seu cliente o que considera ideal em termos de rentabilidade, risco e liquidez. 

Também fazendo um paralelo com a área de saúde, o Agente Autônomo seria o farmacêutico que sabe tudo sobre os possíveis remédios e indica o melhor àquele cliente que o procura para dar sequência no tratamento indicado pelo médico. 

* O AAI sempre trabalha em conjunto com outros profissionais dentro de sua “plataforma” especializados em administração, gestão e análise de investimentos, por isso quando usamos o termo “indicar” ou “direcionar” investimentos estamos nos referindo ao trabalho em equipe destes profissionais. 

 

Remuneração 

PFP: O Planejador Financeiro Pessoal presta um serviço ao seu cliente e, por isso, é remunerado diretamente por ele. A cobrança pode variar por hora, por projeto, por período (mensalidade ou anuidade por exemplo), por reunião… Não existe um padrão e nem modelo ideal, já que a relação entre planejador e cliente pode ser determinada caso a caso. 

O Planejador também pode ser remunerado pela intermediação de negócios, já que sua atuação possibilita a indicação de parceiros para determinadas soluções. Ex: O Planejador identifica a necessidade específica de um planejamento tributário e indica um advogado especialista nessa área. Pode haver um acordo comercial entre os dois para uma remuneração por indicação. O importante é que isso seja tratado com extrema transparência para o cliente. 

AAI: A renda do Agente Autônomo é baseada na comissão pela intermediação dos investimentos. Dessa forma, a remuneração deste profissional depende da quantidade de clientes atendidos, dos valores investidos e das condições negociadas em termos de comissão a ser paga por transação pela corretora. 

A CVM estabelece que o AAI somente pode receber através destas comissões, portanto não pode haver qualquer outro tipo de remuneração. 

Por ganharem comissões, os agentes devem evitar ao máximo o conflito de interesses para indicarem os produtos mais adequados para o investidor e não aqueles que geram maior comissão sobre a venda. 

 

Público-alvo 

PFP: É mais fácil perguntar: “Quem NÃO é público-alvo para um Planejador Financeiro?”. Pelo caráter mais holístico do trabalho, não existe um perfil de cliente ideal para este profissional, afinal, todos que lidam com dinheiro deveriam ter o seu planejamento financeiro bem feito. 

Normalmente, o Planejador Financeiro se especializa em algum nicho para se diferenciar e também conseguir demonstrar melhor o seu valor naquele público, conseguindo assim um maior índice de sucesso e referências de novos clientes. Exemplos de nichos: por nível de patrimônio (endividados, em construção ou alto patrimônio), por atividade (médicos, advogados, empresários etc.), por localidade, por idade, por gênero… 

AAI: O Agente Autônomo foca em clientes que já tenham algum patrimônio constituído e uma reserva financeira para investimentos. Obrigatoriamente, seu público-alvo precisa ter algum dinheiro para alocar em sua grade de produtos, não sendo interessante, por exemplo, clientes sem dinheiro para investir ou que prefiram manter todo o seu patrimônio em imóveis ou na empresa da família. 

 

Resultados esperados 

PFP: O resultado do trabalho de um Planejador é um plano financeiro bem feito, que leva em conta a situação atual, os objetivos e o perfil comportamental de seu cliente. 

Este plano é construído em conjunto para que haja engajamento por parte do cliente na implementação e pode conter diferentes tipos de soluções envolvendo especialistas em áreas específicas (ex: advogado, contador, agente autônomo de investimentos, corretor de seguros etc.). 

O trabalho não acaba no plano em si, já que o Planejador pode ajudar seu cliente na implementação e posterior acompanhamento nas mudanças naturais de vida. 

O plano financeiro é como um trilho e o Planejador ajuda seu cliente a se manter nele ou então desenhar rotas alternativas caso necessário. 

AAI: O resultado do trabalho de um Agente Autônomo de Investimentos é uma sugestão de portfólio de investimentos que leva em conta os objetivos de rentabilidade, liquidez e risco do investidor. 

O Agente Autônomo de Investimentos também deve manter um olhar atento sobre alterações no cenário macroeconômico, performance dos investimentos e objetivos do cliente para sugerir ajustes no portfólio quando necessário. 

Prospecção 

PFP: Por ser remunerado diretamente por suas horas de trabalho, o Planejador possui uma limitação natural do número de clientes que pode atender simultaneamente. Dessa forma, é ideal que o Planejador invista no relacionamento com seus atuais clientes e não tenha muitos pedidos de encerramento do trabalho de acompanhamento. 

O Planejador iniciante depende sim de um trabalho de prospecção, porém à medida que sua carteira cresce, o trabalho é mais voltado a manter os clientes satisfeitos e pagando pelo seu acompanhamento do que pela busca de novos clientes. 

AAI: Pela característica de vendedor de investimentos, o perfil do agente autônomo deve ser bastante comercial, sempre na busca de novos clientes e novos patrimônios disponíveis para investir através de sua “plataforma”. 

 

Regulamentação e custos 

PFP: A profissão de Planejador Financeiro Pessoal não é regulamentada e, portanto, não há regras preestabelecidas que precisam ser seguidas. Há um esforço da Associação Brasileira de Planejadores Financeiros, a PLANEJAR, para criar um padrão de excelência nesta profissão. 

Mais informações em: 

http://www.planejar.org.br/ 

AAI: A profissão de Agente Autônomo de Investimentos é regulamentada pela instrução CVM 497 e, por isso, deve seguir todas as regras estabelecidas nela. 

Para atuar como AAI é necessário passar no Exame de Certificação e pagar a Taxa de Fiscalização trimestralmente (para pessoa natural, o valor se encontra em R$ 634,63 por trimestre). 

Mais informações em: 

http://www.cvm.gov.br/menu/regulados/agentes_autonomos/sobre.html 

 

Concorrência 

PFP: Pelo desconhecimento da população sobre este profissional, muitas vezes o trabalho de um Planejador Financeiro é confundido com o trabalho de um gerente de relacionamento do banco, de um consultor de investimentos ou até de um corretor de seguros. Estas, porém, não são comparações válidas, já que o trabalho de um Planejador é muito mais amplo e abrangente (como visto no parágrafo sobre “escopo do trabalho”). Estes especialistas, inclusive, podem trabalhar em parceria com o Planejador Financeiro na busca pelas melhores soluções ao cliente, tendo as necessidades sido apontadas pelo plano financeiro traçado. 

O maior obstáculo enfrentado atualmente pelo Planejador, portanto, não é a concorrência em si, mas o desconhecimento da população sobre este profissional. 

AAI: Por se tratar de um profissional que trabalha na linha de frente para investimentos, nesta área sim existem múltiplas alternativas já existentes ao cliente. 

O Agente Autônomo fica restrito à sua “plataforma” de produtos e concorrerá diretamente com outras “plataformas” (ex: bancos e corretoras) que ofereçam produtos diferentes ou ainda os mesmos produtos com uma taxa mais atrativa. 

A digitalização dos bancos, as fintechs e os resultantes “robô advisors” também estão surgindo no sentido de aproximar o cliente diretamente aos produtos de investimento sem a necessidade de uma intervenção humana. 

Conclusões 

O Planejador Financeiro Pessoal atua em uma posição mais estratégica junto ao seu cliente, avaliando sua vida financeira de modo geral e também como o comportamento influencia suas escolhas e decisões, traçando um plano em conjunto para as diversas áreas que envolvem a sua vida financeira. 

O agente autônomo atua de forma mais pontual nas necessidades de investimentos do cliente, buscando produtos aderentes ao seu perfil de investidor e que o ajude a alcançar seus objetivos patrimoniais mais rapidamente. 

Na hora de fazer sua escolha profissional, é importante ter em mente qual é o tipo de solução que você quer oferecer aos seus futuros clientes e que se adequa melhor ao seu perfil. Somente assim você poderá tomar uma decisão consciente e direcionar seus esforços em ser o melhor naquilo que faz! 

Espero ter ajudado a elucidar as principais diferenças e desejo muito sucesso no caminho que escolher. 

Tire suas dúvidas sobre a profissão falando conosco!

Janser Rojo, CFP®
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Atua como Planejador Financeiro Independente desde 2012. Fundador do portal de conteúdo QI Financeiro e sócio da GFAI. Atuação por mais de 6 anos em Tesouraria de banco internacional e MBA em Derivativos pela BM&FBovespa. Co-fundador da Academia GFAI