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Planejador Financeiro e Educador Financeiro são a mesma coisa? Entenda as 8 principais diferenças

Planejador Financeiro e Educador Financeiro são a mesma coisa? Entenda as 8 principais diferenças

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Como a Academia GFAI pode ajudar em sua carreira de Planejador Financeiro?

Somos o centro de excelência em aprendizado e networking para Planejadores Financeiros Independentes.

Nós acreditamos que a carreira bem sucedida do Planejador Financeiro é pautada em 3 pilares: Técnico, Comportamental e Empreendedor. Com base nestes pilares, criamos a Academia de Planejamento Financeiro, que tem como objetivo transformar o propósito profissional em uma carreira rentável e sustentável.

Em um mercado crescente e com tantas oportunidades, é comum a confusão entre uma função e outra dentre aqueles que se propõe a ajudar os clientes em suas Finanças Pessoais. Mas afinal, Planejador Financeiro e Educador Financeiro são a mesma coisa? A resposta é um grande NÃO e vou tentar deixar isso bem claro neste artigo.

Em 1º lugar, é importante dizer que estamos falando aqui de 2 profissões válidas, baseadas em modelos de negócio diferentes, portanto não existe certo ou errado na escolha entre uma ou outra. O profissional, conhecedor do seu perfil e suas aptidões, vai escolher aquela que melhor se alinha aos seus objetivos. O importante é justamente conhecer a fundo estas diferenças para tomar uma decisão consciente do caminho a trilhar.

Em 2º lugar, quero destacar que tenho propriedade para falar de ambas as profissões pois, nos meus 10 anos de carreira independente, já ocupei as 2 posições. Comecei com o modelo de negócio do Educador Financeiro e depois de alguns anos migrei para o modelo do Planejador Financeiro onde me encontro até hoje, estando a frente da Academia GFAI onde já formamos milhares de profissionais para este mercado.

Enfim, conhecidas as devidas bases para chegar a estas conclusões, vamos a elas:

1. Etimologia das Palavras

A palavra EDUCADOR vem daquele que dá educação, transmite conteúdo e aprendizado. O Educador, portanto, é aquele que se especializa em ensinar seus alunos sobre um tema que ele domina.

A palavra PLANEJADOR vem daquele que cria um Plano, uma estratégia para atingir um objetivo. O Planejador, portanto, é aquele que se especializa em criar o melhor caminho e execução para se alcançar o resultado desejado.

2. Público-alvo

O público-alvo do EDUCADOR FINANCEIRO é bastante amplo, já que teoricamente todos deveriam se preocupar em ter uma boa base de Educação Financeira. Desde a educação infantil até os aposentados que se preocupam em manter o estilo de vida com o patrimônio acumulado durante a vida, todos eles necessitam de bom conteúdo neste assunto para aprender a gerenciar melhor suas finanças.

O público-alvo do PLANEJADOR FINANCEIRO também é bastante amplo, porém já mais restrito àqueles que valorizam uma “consultoria individual” para atingir resultados pessoais. É o mesmo público do Personal Trainer, Nutricionista, Médico particular etc…

São pessoas que:

  • não gostam de (ou não querem) se aprofundar nos assuntos que envolvem suas finanças (mercado financeiro, por exemplo) e preferem ter alguém próximo para ajudar nas decisões “traduzindo” este mundo para elas, levando em conta suas particularidades, ou
  • conhecem do assunto, mas não tem disciplina para seguir por conta própria. É aquela história que conhecemos bem: na teoria, todos sabem que deveriam comer melhor e fazer exercícios, mas só fazem mesmo quando tem alguém “puxando a orelha”. Fora que o acompanhamento de um especialista traz muito mais resultados…
3. Conhecimento Técnico

O EDUCADOR FINANCEIRO deve conhecer muito sobre temas do dia-a-dia do público para o qual pretende lecionar. São normalmente temas abrangentes que despertam interesse e curiosidade, daí a demanda por esse conteúdo. Alguns exemplos:

  • Como investir na bolsa de valores
  • Como renegociar dívidas
  • Qual a diferença entre financiamento e consórcio

Já o PLANEJADOR FINANCEIRO precisa estar atento a todas as áreas que fazem parte de um Plano Financeiro completo para apresentar ao seu cliente que, muitas vezes, nem sabe a real complexidade que envolvem suas finanças. Estes são 6 os pilares de um bom Planejamento Financeiro:

Imagem retirada da pesquisa FPSB veiculada pela Planejar aos associados em mai/21

Neste caso, o Planejador estará apto a responder perguntas como:

– Neste ritmo, com que idade poderei parar de trabalhar?

– Vale a pena eu vender meu carro para pagar essas dívidas?

– É melhor eu financiar aquele apartamento naquele bairro afastado ou continuar vivendo de aluguel aqui no Centro?

Perceba que estes casos levam em consideração aspectos muito pessoais para se chegar a uma resposta que só vale para aquele indivíduo ou família, naquela situação específica.

4. Habilidades a Desenvolver

Para evoluir na profissão, o EDUCADOR provavelmente irá buscar desenvolver habilidades como:

  • Preparação de Conteúdo
  • Didática / Oratória
  • Canais de Comunicação
  • Storytelling

Para evoluir na profissão, o PLANEJADOR provavelmente irá buscar desenvolver habilidades como:

  • Visão Estratégica
  • PNL
  • Mediação de conflitos
  • Finanças Comportamentais

Obs: Não quer dizer que um Educador não busque também habilidades comuns ao Planejador e vice-versa. Quis destacar aqui as prioridades e isso ficará mais claro nas perguntas respondidas abaixo.

5. Forma de atendimento

Para o EDUCADOR é importante transmitir este conteúdo ao maior número de pessoas possível para que se beneficiem deste novo conhecimento. A transmissão desse conteúdo pode ser via palestras, cursos, livros, artigos, vídeos…

Obs: o Educador Financeiro também pode dar “aulas particulares”, mas vamos nos aprofundar nisso mais abaixo.

Para o PLANEJADOR o mais importante é entender as particularidades do indivíduo ou família para traçar um bom diagnóstico da situação atual, entender seus projetos de vida e desenhar um Plano Financeiro para chegarem lá, por isso normalmente os atendimentos acontecem no formato de reuniões.

 

 

6. Modelo de Cobrança

A principal medida para monetização do trabalho do EDUCADOR
é quantas pessoas ele consegue “alcançar” para que absorvam seu conteúdo.
Quanto maior o nº de pessoas alcançadas, maior seu ganho. Além disso, a transmissão
do conteúdo não precisa ser “ao vivo”, ele pode ter várias aulas gravadas no
Hotmart, por exemplo, e vender os acessos. Outra forma também é ganhar de
patrocinadores para produzir algum conteúdo específico, ou ainda ser pago por
uma plataforma que contém propagandas, como o YouTube.

O PLANEJADOR FINANCEIRO é remunerado diretamente pelo seu
cliente, normalmente por um custo calculado em horas de atendimento ou um custo
variável de acordo com o patrimônio. Há ainda a possibilidade do Planejador receber
por indicações de outros profissionais que irão resolver questões dentro de
suas especialidades, como um advogado. O importante neste ganho indireto é a
total transparência ao cliente sobre estas outras remunerações, para que não se
perca o alinhamento de interesses.

Modelo de Recorrência:

Enquanto a remuneração do EDUCADOR está ligada ao acesso do
aluno àquele conteúdo, a remuneração do PLANEJADOR está ligada ao acesso do
cliente àquele profissional. Dessa forma, existe também a possibilidade de um
modelo de recorrência, já que o PLANEJADOR pode acompanhar o cliente em seu
Planejamento pelo resto da vida (não só pela confecção do Plano, mas também
pelo monitoramento e ajustes no meio do caminho), ganhando para isso.

Nos EUA, onde essa profissão já tem muitos anos de história,
é comum que os herdeiros inclusive continuem com aquele Planejador que já
conhece todo o histórico da família. No Brasil, os Planejadores já começam a
construir sua carteira de clientes. Eu, por exemplo, tenho clientes que atendo
há mais de 7 anos e que me dizem que vou ter que acompanhá-los até o fim, pois
não imaginam voltando à situação anterior onde viviam preocupados com dinheiro
e não sabiam a quem recorrer cada vez que tinham que tomar alguma decisão
importante.

7. Feedbacks esperados

Alguns feedbacks que mostram que o EDUCADOR atingiu seu objetivo:

  • Eu tinha medo da renda variável, mas agora entendo melhor e vou saber diversificar meus investimentos
  • Agora sei calcular os juros das dívidas e não vou fazer novamente as mais caras
  • Entendi a importância de anotar os gastos e vou começar a me organizar melhor

Perceba que os feedbacks aqui estão relacionados àquilo que o cliente não sabia e agora entendeu/aprendeu.

E os feedbacks que mostram que o PLANEJADOR atingiu (ou continua atingindo, no modelo de recorrência) seu objetivo:

  • Você me trouxe esperança novamente pois achei que meu caso não tinha solução
  • Agora posso dormir tranquilo pois sei que temos um plano para colocar a “casa em ordem”
  • Ufa, não vou precisar trabalhar o resto da vida! Estou confiante que vamos conseguir atingir aquilo que projetamos

Estes feedbacks estão relacionados a sentimentos que eram negativos em relação à vida financeira e depois do Planejamento passam a ser positivos. 

8. Referências no Brasil

Grandes Educadores que se tornaram referência nos últimos anos são: Gustavo Cerbasi, Nathalia Arcuri, Thiago Nigro, André Massaro…

As referências em Planejamento Financeiro não são reconhecidas pelo grande público, pois como vimos esse é um trabalho mais individualizado, porém já existem sim grandes empresas de Planejamento espalhadas pelo Brasil. A Academia GFAI, inclusive, organiza Meetups mensais que reúnem várias delas. Seus nomes e links para os respectivos sites podem ser vistos no site do Meetup: https://academiagfai.com.br/meetup-enep/

Perguntas Respondidas


Mas o Educador pode atender 1 família?

Tenho acompanhado este mercado por muitos anos e vejo “pipocando” cursos para ensinar EDUCADORES FINANCEIROS. A questão é que monetizar o trabalho de um Educador é muito difícil, pois conseguir gerar alcance para os conteúdos dá muito trabalho ou então depende de muito investimento.

A saída para isso é dar “aulas particulares” e sim, este é uma opção válida, porém no longo prazo força o profissional a “matar 1 leão por dia”. Isso porque o modelo do Educador não é pensado em recorrência. Como falamos, a especialidade dele é ensinar algum conteúdo. Uma vez que seu aluno já dominou aquele assunto, não precisa mais do professor.

Dessa forma, o Educador fica entre a cruz e a espada: ou tem trabalho para gerar uma audiência e aí sim poderá ter uma renda recorrente (patrocínios, YouTube, venda de cursos, livros etc…) ou então se volta para as aulas particulares onde não tem a recorrência e terá que estar sempre correndo atrás de novos clientes.

Mas o Educador pode ser Planejador Financeiro?

Essa é a solução que muitos EDUCADORES estão buscando para resolver o dilema que citei na pergunta anterior. Aqueles que preferem dar aulas particulares ao invés de gerar uma grande audiência, começam a se aprofundar mais no modelo de recorrência do Planejador Financeiro, buscando as habilidades e os conhecimentos técnicos correspondentes.

Nestes casos, terão que desenvolver uma metodologia de atendimento, gerar engajamento do cliente no longo prazo e construir um modelo de negócio que demonstre ao cliente o valor desse acompanhamento. Ou seja, trilharão agora o caminho da carreira de Planejador Financeiro e não mais Educador Financeiro.

E o Planejador, pode ser Educador?

Existem 2 respostas para esta pergunta: a 1ª é que todo Planejador já é sim um Educador para o seu cliente pessoal, afinal o trabalho de Planejamento envolve muita transmissão de conteúdo sobre Finanças Pessoais ao cliente.

A 2ª resposta, pensando em transmissão de conteúdo em escala, como palestras, vídeos ou livros, também pode sim ser um canal de comunicação do Planejador. Neste caso, provavelmente ele utilizará esse canal para prospecção, mostrando para sua audiência toda a sua autoridade no assunto e convidando aqueles que desejarem para uma conversa particular, onde mostrará os benefícios de executarem o Planejamento com ele.

Conclusão: o maior risco é não ser uma coisa, nem outra.

Novamente, ressalto meus anos acompanhando a evolução desse mercado. O maior risco que vejo hoje para um profissional pensando em iniciar em uma destas 2 carreiras é sua falta de clareza sobre quem ele quer ser e como quer se relacionar com seu cliente.

A consequência acaba sendo uma série de ótimos profissionais que não conseguem se consolidar na nova profissão. Por não entenderem bem o seu Propósito e como responder a ele, veem-se desmotivados pelos naturais obstáculos que enfrentarão até conseguir alcançar uma boa rentabilidade.

Somente aqueles que conhecem bem os caminhos e tomam uma decisão consciente por onde seguir, conseguirão ter sustentabilidade na carreira e, por consequência, farão a diferença para muitos brasileiros, tão carentes de ajuda em suas Finanças Pessoais.

Janser Rojo, CFP®
Janser Rojo, CFP®

Atua como Planejador Financeiro Independente desde 2012. Fundador do portal de conteúdo QI Financeiro e sócio da GFAI. Atuação por mais de 6 anos em Tesouraria de banco internacional e MBA em Derivativos pela BM&FBovespa. Co-fundador da Academia GFAI

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Quando é a hora certa de buscar a certificação CFP®?

Quando é a hora certa de buscar a certificação CFP®?

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Como a Academia GFAI pode ajudar em sua carreira de Planejador Financeiro?

Somos o centro de excelência em aprendizado e networking para Planejadores Financeiros Independentes.

Nós acreditamos que a carreira bem sucedida do Planejador Financeiro é pautada em 3 pilares: Técnico, Comportamental e Empreendedor. Com base nestes pilares, criamos a Academia de Planejamento Financeiro, que tem como objetivo transformar o propósito profissional em uma carreira rentável e sustentável.

A certificação CFP® é a sigla para Certified Financial Planner. No Brasil, a entidade certificadora é a Planejar (Associação Brasileira de Planejamento Financeiro) que é afiliada ao Financial Planning Standards Board FPSB, entidade responsável pelo gerenciamento, desenvolvimento e promoção da marca CFP® no mundo.

Muitos profissionais, olhando para a carreira de Planejador(a) Financeiro(a), nos questionam sobre a melhor forma de conseguir a certificação para começarem a atuar.

Essa é uma confusão muito frequente, por isso resolvemos escrever este artigo.

 Para já deixar bem claro logo no início: não é necessária a certificação para começar a atuar!

A certificação CFP® é uma marca de distinção, ou seja, o possuidor busca uma diferenciação, um “selo de qualidade”, mas não é requisito obrigatório para atuação nesse mercado.

Esclarecemos a seguir, a partir do relato das nossas experiências, quando pode ser a melhor hora para você buscar a sua certificação:

Janser Rojo, CFP® - busca pela certificação no início de carreira

O ano de 2010 foi a grande “virada de chave” na minha vida profissional. Saí de uma carreira corporativa no segmento bancário para seguir o propósito de ajudar as pessoas a tomarem melhores decisões financeiras. Pedi demissão em agosto e no mesmo mês já começaram meus estudos para tirar a certificação.

Minha ideia era a de que, por conta da certificação, as portas (de clientes e empresas) se abririam para que eu pudesse compartilhar meu conhecimento. Foram 4 meses intensos de estudo e, apesar de o material ter realmente me mostrado a abrangência do Planejamento Financeiro, não encontrei grandes dificuldades nos temas mais técnicos, afinal eu já vinha do Mercado Financeiro.

Prestei os exames no final do ano, passei nos módulos e a cerimônia de certificação aconteceu em janeiro do ano seguinte, 2011, junto com o boleto para pagamento da primeira anuidade.

Pronto, agora eu tinha a tão cobiçada certificação CFP® e estava preparado para o sucesso na nova carreira empreendedora! Grande engano… Eu mal sabia o que seria necessário para realmente superar os desafios dessa profissão que ainda engatinhava no Brasil.

Em 1º lugar, as portas não se abrem simplesmente por possuir a certificação. No meu caso, até hoje ainda tenho dificuldades em encontrar clientes que sequer saibam da existência dessa certificação. A Planejar está trabalhando para que a certificação seja reconhecida pela população, mas sabemos que ainda temos um longo caminho pela frente.

Em 2º lugar, a certificação não ensina uma metodologia de atendimento, uma forma de engajar os clientes em seus planos financeiros e menos ainda como criar um negócio de Planejamento Financeiro em torno desse serviço. Foram anos de muita resiliência para aprender com cada erro e crescer nessa carreira autônoma até ganhar algum reconhecimento e formar uma renda aceitável.

Hoje, à frente da Academia GFAI, sei que a certificação é útil para demonstrar autoridade nos temas que leciono, porém olhando para trás, poderia ter feito diferente para que meu início nessa carreira não fosse tão tortuoso. Escolher onde você irá focar suas energias (e seu dinheiro da reserva de transição) é primordial para vencer os obstáculos mais rapidamente.

Estes são indicadores de que AINDA NÃO É A HORA CERTA de buscar a certificação:

– início de carreira, sem saber exatamente como atuar na profissão

– sem experiência comprovada em atendimentos a clientes ou temas relacionados ao Planejamento Financeiro o que, inclusive, é um dos requisitos para tirar a certificação em 1º lugar.

– esperar que a certificação traga respostas sobre como construir uma carreira sustentável de Planejador Independente

Robson Henriques, CFP® - busca pela certificação em uma carreira já consolidada de Planejador Financeiro

Formado em Engenharia da Computação e com mais de 12 anos atuando na área de Business Intelligence, o tema finanças entrou na minha vida somente em 2014.

Neste ano comprei um curso de Tesouro Direto e comecei a fazer meus primeiros investimentos de verdade (até então estava tudo na Poupança).

Começou a dar certo e em pouco tempo as pessoas ao meu redor começaram a pedir conselhos.

Um indica o outro que indica mais um e aquilo foi tomando uma certa proporção.

Foi quando percebi que precisaria de algum tipo de embasamento técnico para ganhar autoridade no assunto.

Era hora de buscar a formação como Coach e Educador Financeiro em cursos mais básicos.

Como minha meta era a leitura de um livro de finanças por mês (a lista é longa começando por Pai Rico, Pai Pobre) cheguei ao ponto onde eu tinha muito conhecimento técnico, mas faltavam as ferramentas.

Até então eu atendia os clientes sem cobrar nenhum centavo, com uma folha de sulfite e alguns formulários.

Em 2016 conheci a GFAI, empresa no setor que atua com metodologia e ferramentas para o atendimento de pessoas físicas no Planejamento Financeiro.

Era o casamento que eu precisava: a minha técnica com a metodologia e ferramentas GFAI.

Assim comecei meus primeiros atendimentos.

Aprendizado na prática. Aquele conteúdo que eu conhecia da leitura de livros e as formações básicas no tema já foram suficientes para eu “salvar” um número considerável de famílias.

O mais importante de tudo isso foi me especializar cada vez mais nos atendimentos com cada caso e ter a certeza de que aquela era a profissão da minha vida.

Até este momento eu nunca tinha ouvido falar da certificação CFP®.

Toda a metodologia da plataforma que eu utilizava era baseada nos princípios do CFP®, mas, sem saber, o aprendizado de como traduzir o tema finanças para pessoas leigas no assunto foi tomando forma.

Atendi de endividados a milionários e cada caso trazia a bagagem de conhecimentos ainda inexplorados que eu precisava estudar.

Este nível de experiência abriu portas para treinar novos profissionais, coordenar e lecionar na própria Academia de Formação para Planejadores Financeiros e atender mais de 100 famílias.

Com todo este histórico, após 4 anos, resolvi que era hora de tirar minha certificação de distinção.

Após um ano de estudo, em dezembro de 2020, consegui minha certificação CFP®.

Um investimento feito na hora certa, após um longo período de atendimentos e prática, quando realmente decidi que já estava pronto para a certificação.

O maior ato de um planejador financeiro é transformar o sonho de uma família em realidade.

A certificação CFP® vem na sequência para coroar o trabalho.

Estes são indicadores de que PODE SER A HORA CERTA para buscar a certificação:

– Já possui a experiência na carreira de Planejador (até para comprovar no processo de certificação) e gostaria de acrescentar este “selo de qualidade” no seu currículo

– Faz parte do plano de carreira na empresa onde atua

– Atende um nicho de clientes que reconhece o valor da certificação

– Requisito para uma atividade regulada, como a Consultor de Valores Mobiliários

O início de qualquer nova carreira é desafiador. Saber como otimizar seus recursos de tempo e dinheiro podem ser determinantes para o sucesso nessa nova etapa profissional. Sucesso!

Janser Rojo, CFP®
Janser Rojo, CFP®

Atua como Planejador Financeiro Independente desde 2012. Fundador do portal de conteúdo QI Financeiro e sócio da GFAI. Atuação por mais de 6 anos em Tesouraria de banco internacional e MBA em Derivativos pela BM&FBovespa. Co-fundador da Academia GFAI

Robson Henriques, CFP®
Robson Henriques, CFP®

Formado e certificado em Educação e Coaching Financeiro. Instrutor e Coordenador Técnico da equipe de Planejadores GFAI e Coordenador Geral da Academia de Planejadores Financeiros da GFAI. Atua como Planejador Financeiro independente desde 2016.

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A robotização e o futuro do trabalho no mercado financeiro

A robotização e o futuro do trabalho no mercado financeiro

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Como a Academia GFAI pode ajudar em sua carreira de Planejador Financeiro?

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Nós acreditamos que a carreira bem sucedida do Planejador Financeiro é pautada em 3 pilares: Técnico, Comportamental e Empreendedor. Com base nestes pilares, criamos a Academia de Planejamento Financeiro, que tem como objetivo transformar o propósito profissional em uma carreira rentável e sustentável.

A presença cada vez mais forte da tecnologia em nossas vidas mudou a maneira como nossas necessidades são atendidas nos mais diversos setores, como transporte, música, filmes, alimentação e muitos outros. No mercado financeiro, não é diferente.

A relação do consumidor com a tecnologia mudará drasticamente a forma como os produtos financeiros serão vendidos

A automação de tarefas é inevitável para o mercado financeiro. Isso ocorre porque, no atual cenário, produtividade aliada à redução de custos e satisfação do cliente são essenciais para as empresas se manterem no mercado.

A padronização de processos, diminuição de gargalos internos das instituições, agilidade no atendimento e redução de erros por falhas humanas são outras vantagens de se investir em tecnologia.

Fintechs e a revolução do mercado financeiro

Fintech é o termo utilizado para empresas que utilizam de inovação e tecnologia no setor financeiro. Aplicativos de bancos utilizados para realizar investimentos são exemplos da aplicação da tecnologia que tornam o acesso a serviços financeiros e bancários mais acessíveis à população.

O termo engloba tanto startups quanto companhias financeiras já estabelecidas no mercado, que procuram substituir ou melhorar seus serviços com a aplicação de tecnologias.

Dados de 2014, mostram que o investimento global em tecnologia no mercado financeiro superou os US$12 bilhões de dólares.

Fintechs brasileiras que talvez você já conheça:

Nubank
Viva Real
Guia Bolso
Neon
Conta Azul

Obs: As Insurtechs são um segmento das Fintechs voltadas especificamente para o mercado de seguros e surgiram com o propósito de revolucionar este setor, utilizando novas tecnologias que estão mudando a forma como os consumidores contratam planos de seguro (de vida, imóvel, viagem, automóvel, etc).

A evolução da prestação de Serviços

O setor de serviços trava uma batalha diária com os desafios do mercado. As empresas do setor cada vez mais buscam flexibilidade e customização no atendimento dos seus clientes. 

Separamos alguns benefícios na robotização de processos:

  • Economiza tempo
  • Melhora a produção
  • Consegue rastrear os processos
  • Padroniza a produção
  • Reduz custos
  • Indicadores de performance do negócio

A robotização nesse caso, permite que as empresas possam ter mais conhecimento sobre o seu negócio e, com isso, criar um planejamento mais abrangente e que torne a prestação de serviços mais competitiva e eficiente.

E o mercado de Planejamento Financeiro, como fica?

Existe uma grande discussão sobre o surgimento dos “robo advisors”. São plataformas automatizadas de Planejamento Financeiro e Gerenciamento de Riquezas.

Robotizar o mercado de Planejamento Financeiro é um caminho natural, que  absolutamente está presente em nossas vidas já há algumas décadas.

À medida que a tecnologia vai se aperfeiçoando, naturalmente os profissionais de negócios e tecnologia começaram a procurar formas de automatizar totalmente certas funções da relação de serviço do cliente-planejador financeiro.

Porém, existem diversos fatores para que um Planejamento Financeiro seja eficaz. Alguns deles impossíveis de serem captadas por robôs, como fatores emocionais e de objetivos de vida. Assim, quando um cliente com uma carteira complexa fica irritado por crises de mercado, seu planejador financeiro o ajuda a manter o rumo e a tomar a melhor decisão, não aquelas impulsionadas pela emoção.

Conclusão

A robotização é o futuro, de outro lado o trabalho mais consultivo e holístico de um planejador financeiro ganha mais espaço, afinal, criar estratégias para os objetivos de vida de cada cliente, entendendo suas prioridades e tendências pessoais é uma competência que demanda muito da sensibilidade humana, tão necessária para criar planos que sejam executáveis a longo prazo.

Janser Rojo, CFP®
Janser Rojo, CFP®

Atua como Planejador Financeiro Independente desde 2012. Fundador do portal de conteúdo QI Financeiro e sócio da GFAI. Atuação por mais de 6 anos em Tesouraria de banco internacional e MBA em Derivativos pela BM&FBovespa. Co-fundador da Academia GFAI

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Estudo de Caso – Eduardo Zilli

A trajetória de Eduardo Zilli, que saiu do mundo das Multinacionais e se tornou Planejador Financeiro.

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Nós acreditamos que a carreira bem sucedida do Planejador Financeiro é pautada em 3 pilares: Técnico, Comportamental e Empreendedor. Com base nestes pilares, criamos a Academia de Planejamento Financeiro, que tem como objetivo transformar o propósito profissional em uma carreira rentável e sustentável.

Fizemos um estudo de caso com Eduardo Zilli, um excelente Planejador Financeiro que tivemos a honra de formar aqui na Academia GFAI.

Nome completo: Eduardo Zilli

 

Idade: 33 anos

 

Cursos de Formação: Administração de Empresas ESPM e Academia GFAI.

 

O que te motivou a se tornar um Planejador Financeiro?

Propósito, Significado e Impacto.

 

Como era sua atuação antes da Academia de Planejamento Financeiro (APF) GFAI?

Trabalhei em multinacionais, ao longo de 10 anos de carreira. Depois disso, trabalhei 2 anos em start-up no mercado de alimentos. Após esse período, trabalhei mais 3 anos no mercado de proteção financeira familiar. Nessa última vivência, tive a possibilidade de atender mais de 200 famílias diretamente. Entretanto, ao longo dessa trajetória, entendi a necessidade de estar mais próximo e com mais possibilidades de solução e atuação, junto a todos os clientes. 

 

Como você conheceu a APF?

Através da indicação de amigos no mercado.

 

Quais dificuldades você encontrou para seguir na carreira de Planejador Financeiro antes de fazer a formação da APF?

 

Gosto de pontuar o seguintes elementos-chave: Back Office para dar todo o suporte no dia a dia; metodologia bem definida e consistente para o mercado brasileiro; ambiente colaborativo; e modelo de negócio ganha-ganha, trazendo um ecossistema mais forte e rápido, para o crescimento sustentável da carreira. 



Por que você decidiu fazer a formação da APF?

 

Busquei aprender sobre algo que já acreditava. Entendo que as peças do quebra-cabeça acabaram se encaixando, como a prática do dia a dia, a importância do pilar comportamental e o ambiente adequado para modular e prototipar modelos de negócio dentro desse mercado. Além disso, tornou-se possível estar conectado com profissionais com ótima experiência no mercado financeiro e comportamental, através de um ambiente de muito compartilhamento de ideias e vivências.

 

A metodologia de ensino da APF foi satisfatória para você?

 

O curso é prático e coloca variáveis concretas do dia a dia do planejador financeiro, para serem apresentadas e construídas entre os mentores e alunos.

 

Os professores, como eles te auxiliaram nessa jornada?

 

São profissionais com propósito, visão compartilhada e experiência de mercado, que buscam facilitar o entendimento teórico e prático da jornada do planejador financeiro.



Quais os pontos fortes que você destacaria na Formação da APF?

 

O contato com a importância da esfera comportamental, o networking com entre os alunos, professores e mercado, além do ambiente dedicado para modelar soluções são os pontos fortes da formação.



Como está sua carreira de Planejador Financeiro hoje?

 

Aprendendo muito todos os dias com belíssimas histórias de vida, que, através da confiança e construção compartilhada, tenho a possibilidade de contribuir efetivamente com caminhos e soluções para todos os clientes, além de gerar impacto e consciência financeira para todos.



Você acredita que alcançou o objetivo traçado com a formação? Valeu a pena o investimento de tempo e dinheiro? 

 

A formação foi um marco da transição, trazendo os caminhos do repertório que estava buscando. Entendendo o curso como investimento, vale muito a pena o tempo e dinheiro direcionado para a formação, pois coloca você de frente para novas possibilidades profissionais atreladas à propósito, considerando a potência da carreira de planejador financeiro no Brasil.

 

Que mensagem você deixaria para aqueles que pensam em seguir pelo mesmo caminho que você?

 

Quem busca levantar da cama todos os dias com propósito e significado profissional, gerando impacto para a vida de muitos brasileiros, deve fortemente considerar mergulhar em um campo de muita construção, aprendizado e satisfação, dentro da carreira de Planejador Financeiro Pessoal.

Janser Rojo, CFP®
Janser Rojo, CFP®

Atua como Planejador Financeiro Independente desde 2012. Fundador do portal de conteúdo QI Financeiro e sócio da GFAI. Atuação por mais de 6 anos em Tesouraria de banco internacional e MBA em Derivativos pela BM&FBovespa. Co-fundador da Academia GFAI

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Como saber se você está no caminho para ser um Planejador Financeiro Pessoal

Como saber se você está no caminho para ser um Planejador Financeiro Pessoal

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Como a Academia GFAI pode ajudar em sua carreira de Planejador Financeiro?

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Nós acreditamos que a carreira bem sucedida do Planejador Financeiro é pautada em 3 pilares: Técnico, Comportamental e Empreendedor. Com base nestes pilares, criamos a Academia de Planejamento Financeiro, que tem como objetivo transformar o propósito profissional em uma carreira rentável e sustentável.

O Planejador Financeiro Pessoal ganha cada vez mais destaque no mercado brasileiro. Se você também acredita que trabalhar de forma Independente lhe trará maior realização profissional, veja esse checklist que preparamos com os sinais de quem já está trilhando seu caminho nesta carreira! 

Some os tópicos com os quais você se identifica abaixo e veja o resultado no final: 

  • (1) Amigos e conhecidos te procuram para obter conselhos sobre suas finanças

É muito comum os profissionais que iniciaram na área de Planejamento Financeiro prestarem assessoria para sua família, amigos e colegas de trabalho. Esse sem dúvida é o primeiro passo para lhe mostrar que está no caminho certo.

 

  • (2) Você gosta de estudar sobre finanças pessoais 

Você não precisa ser do mercado financeiro para gostar de entender de finanças pessoais. Na Academia de Planejamento Financeiro, diversos profissionais vêm de áreas como: Engenharia, Direito, carreira pública, entre outros.

 

  • (3) Seu planejamento financeiro está cada dia mais afiado

O planejamento financeiro da sua casa é você quem faz e tem tido bons resultados com ele. Muitos Planejadores Financeiros começaram desde muito cedo ajudando o pai e a mãe com as finanças do lar e agora replicam e otimizam esse planejamento para sua vida.

 

  • (4) Você tem experiência no mercado financeiro e utiliza dela para evitar erros conhecidos 

Você já pode ter investido na Bolsa de Valores, em ativos de bancos, ou deixou o dinheiro parado na poupança e no final de um ano, percebeu que perdeu dinheiro em relação à inflação. Errar e acertar, faz parte de qualquer profissão, com o tempo o profissional vai se tornando naturalmente mais sábio e exigente de bons resultados. 

  • (5) Você quer ajudar as pessoas a fazerem seu planejamento financeiro

O Profissional de Planejamento Financeiro precisa gostar de trabalhar com pessoas. Compreender o perfil comportamental de cada um, entender os sonhos daquela família e colocar objetivos claros para que eles sejam realizados.

 

  • (6) Você vê na carreira de Planejador Financeiro a possibilidade de empreender 

Existe um grande diferencial no nosso mercado. Você não precisa estar vinculado e amarrado a uma empresa com hora para entrar e sair.
A liberdade de escolha e a possibilidade de uma agenda mais flexível tem feito diversas pessoas brilharem os olhos para essa profissão.

 

Se você marcou três ou mais pontos nesta checklist, você está no caminho certo para ser um Planejador Financeiro.

 

E aí, vamos nessa?

Janser Rojo, CFP®
Janser Rojo, CFP®

Atua como Planejador Financeiro Independente desde 2012. Fundador do portal de conteúdo QI Financeiro e sócio da GFAI. Atuação por mais de 6 anos em Tesouraria de banco internacional e MBA em Derivativos pela BM&FBovespa. Co-fundador da Academia GFAI